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Mapa das Profissões - Pensar é preciso

Redação
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Na última década de 70, quando a maioria das empresas era devidamente hierarquizada e centralizada, a delegação era encarada como ação de liberar a liderança para atividades mais nobres.

Na época, a velocidade das mudanças era lenta, permitindo que o líder abusasse da centralização. Dava para estar a frente de praticamente tudo que acontecia na organização.

Já no fim dos anos 80, os americanos visando reconquistar espaços dominados no meio empresarial pelos cautelosos e lentos japoneses, ditaram a estratégia de acelerar processos.

Com isto, o mundo entrou em ansiedade e a delegação ganhou novo ênfase de colocar a decisão o mais próximo possível da ação, com propósito de atender bem o cliente exigente e com apetite insaciável por velocidade, muitas vezes sem saber bem porque.

Em face disto, alguns exageros ocorreram e o “pensar suficiente” foi colocado em segundo plano, para favorecer a rapidez.

Só para se ter uma noção, algumas lideranças de empresas de classe mundial chegaram assumir que admitiam 30% de erros nas decisões em nome da agilidade. A velocidade passou a ser idolatrada.

Os problemas começaram ocorrer, mas não aparecer de imediato, porque uma das principais regras do marketing é não se divulgar mazelas.

Por causa disto, muitas empresas tiveram e estão tendo agora grandes prejuízos.

Tudo que é exagerado é acompanhado de desequilíbrios e riscos inimagináveis. Certas leis são imutáveis, não dá para alterá-las.

Delegar é preciso, mas com equilíbrio.

Pensar é preciso muito mais.

Fora disto é pura irresponsabilidade.

Não é verdade?

Sugestão de melhoria: Estipule um dia para “doar” simpatia. Pela lei da “ação e reação”, você receberá muita simpatia de volta.

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