Entrelinhas

Entrelinha

Redação
| Tempo de leitura: 2 min

• Vida privada

A diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais (Sinserm) não gostou do projeto que transforma o Seprem em Funprev. As sindicalistas instalaram um vaso sanitário na escadaria da Câmara. No plenário, alguns vereadores reagiram dizendo que “cada um senta na privada que quer”. O projeto foi aprovado com 17 votos a favor e dois contrários.

• Contas sindicais

Um grupo de vereadores aproveitou a distribuição do informativo Democracia e Luta, jornal do Sinserm, para contestar os gastos da entidade do mês de fevereiro. Com calculadoras em mãos, disseram que não foi possível entender o balanço, uma vez que a receita foi R$ 17.663,49, os gastos R$ 14.034,46 e o saldo em conta de R$ 694,25.

• Gastos da entidade

O vereador João Parreira foi o mais contundente nas críticas. Ele questionou os gastos do sindicato. Da galeria, a diretoria da entidade alegou que o balanço foi aprovado em assembléia. Parreira retrucou, dizendo que apenas “meia-dúzia” participou da reunião. O balanço traz R$ 1.500,00 para jornal do sindicato de São Paulo, R$ 719,11 de despesa com Correio e R$ 1.100,00 de viagem a Porto Alegre (RS).

• Sem banheiro

Nem a Câmara Municipal escapou da falta d’água que atingiu quase metade da cidade, ontem. Um caminhão-pipa tratou de abastecer a caixa d’água do prédio da Praça D. Pedro II para garantir necessidades básicas da Casa e dos convivas. Os banheiros destinados ao público, no entanto, ficaram trancados.

• Frente a frente

O vereador Rodrigo Agostinho (PMDB) enfrentou, na tarde de ontem, manifestação de peso dos trabalhadores da Ajax. Apoiados por suas mulheres e filhos, eles foram à Câmara para protestar contra a interdição de parte da fábrica de baterias. O peemedebista e diretor do Vidágua foi o responsável pelas denúncias contra a Ajax.

• Explicação

A secretária municipal de Educação, Izabel Algodoal, vai comparecer à Câmara nesta quinta-feira para explicar como é feito o transporte dos estudantes pela Prefeitura. A convocação é do Conselho Municipal de Educação e da Comissão de Educação e Assistência Social do Legislativo.

• Ausências

Os vereadores Luiz Carlos Valle (PSB) e Edmundo Albuquerque (PPS) não foram à sessão de ontem. Costumeiramente, as ausências dos parlamentares são justificadas em ofício encaminhado à presidência da Casa. Mas não foi o caso dos dois vereadores, cujos motivos da falta ainda são desconhecidos.

• Fim da CSM?

Existem fortes rumores de que a 6ª Circunscrição do Serviço Militar (CSM), sediada em Bauru, será fechada até o final deste ano. A informação extra-oficial indica que Ribeirão Preto deverá englobar a região militar de Bauru. Este seria o último ano de atuação da CSM, órgão do Exército que se confunde com a história de Bauru.

• Ipesp

Por falar em fechamento, o vereador Lelo Rodrigues (PTB) oficiou ao governador Alckmin (PSDB) e ao deputado Carlos Braga (PTB) contra o fim do Escritório Regional do Instituto da Previdência do Estado de São Paulo (Ipesp). O órgão foi transferido para Jaú. Braga já encaminhou o assunto para a Secretaria de Estado do governo.

Comentários

Comentários