Os candidatos estão aí, o baixo nível das campanhas já começou é o que vemos com tristeza. Ocorre que na consciência de cada um de nós o toque de alarme já soou há algum tempo, estamos e continuaremos atentos às palavras de todos eles.
Uma política de nacionalismo sempre foi a diretriz de todos os povos e não pode ter nascido como um postulado da razão pura ou como uma idéia romântica que se propagasse pela palavra mais ou menos serena ou mais ou menos eloqüente de oradores de ocasião.
Deve existir em cada eleitor um entusiasmo patriótico, nosso povo sabe que precisa viver fortemente, virilmente. Uma das mais decantadas virtudes do Brasil consiste na sua unidade nacional. Nós somos, tem-se dito mil vezes, uma nação muito mais homogênea, muito mais unida do que qualquer outra.
Hoje temos uma consciência nacional ampla, não somos uma massa informe brutal analfabeta sem consciência de deveres e direitos que se deixa explorar por uma politicagem nefasta, de políticos famintos de poder e surgidos do acaso. Seria bom que esses candidatos soubessem que não vivemos alheios a nós mesmos, esquecidos do nosso passado e jamais indiferentes ao nosso futuro.
Queremos ouvir soluções para as questões essenciais a nossa vida de país soberano que possam ser encaminhadas com firmeza e energia e termos uma imagem cada vez mais viva da Pátria que é de todos nós, o nosso querido Brasil. (Blasco Peres Rego OAB 17.461)