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Tess apresentará alternativas para segurança de suas torres

Ieda Rodrigues
| Tempo de leitura: 2 min

Depois que a Vésper, em acordo com a Promotoria de Defesa da Cidadania reduziu a altura de suas duas torres de telefonia instaladas em Bauru, agora é a vez da Tess estudar alternativas para aumentar a segurança das estruturas de concreto.

As propostas devem ser apresentadas daqui a 15 dias ao promotor da Defesa e Cidadania, Fernando Masseli Helene. Ontem, representantes da empresa e moradores vizinhas das duas torres da Tess - uma no Distrito Industrial e outra na Vila Cardia - reuniram-se com o promotor para discutir o assunto.

As torres da Tess, de acordo com Helene, têm 35 metros de altura mas, mesmo assim serão estudadas formas de aumentar a segurança. “Os representantes da Tess ficaram de levar para a direção da empresa, que fica em Campinas, as questões de segurança que foram levantadas na reunião. Vamos aguardar a próxima reunião”, diz.

Os representantes da Tess alegaram ao promotor que as duas torres têm altura mínima para operar os equipamentos de telefonia do mercado, que é de 35 metros. “Mas estudamos outras alternativas, como a troca da torre de concreto por outra vazada, que é mais segura. Outra saída seria o alargamento da bitola ou a mudança das torres para outros locais”, explica.

A medida para reforçar a segurança está sendo tomada porque uma torre da Vésper, de 60 metros de altura, na Vila Cardia, caiu durante o temporal que atingiu Bauru no último dia 3. A estrutura de aço desabou sobre uma casa que por sorte estava desabitada.

O fato despertou os moradores vizinhos de outras torres da cidade, que estão preocupados com a possibilidade de acidente semelhante. A torre da Vésper instalada no Jardim Cruzeiro do Sul teve a altura reduzida de 60 metros para 34 metros.

O mesmo iria ser feito na torre do Jardim Terra Branca. A redução da altura foi obtida com a retirada, com o auxílio de um guindaste, de três módulos de sua estrutura, cada qual pesando cerca de dez toneladas. “A redução da altura torna a torre mais resistente, podendo suportar um vendaval de até 210 quilômetros por hora”, explica Helene.

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