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• Teleconferência - reprodução humana

É possível um homem sem espermatozóides ter filhos? Existe desenvolvimento tecnológico para a realização de clonagem? A gravidez depois dos 40 anos é segura? Quanto tempo um casal sem filhos deve esperar para procurar o médico? Essas são algumas das questões que o especialista em reprodução humana, Roger Abdelmassih responderá durante teleconferência dirigida à população, que será transmitida para 18 municípios do Estado de São Paulo, no dia 5 de junho, quarta-feira, das 20h às 22h.

Em Bauru, a teleconferência será realizada no Sesc. Os participantes poderão fazer perguntas ao conferencista que estará ao vivo de São Paulo.

O evento será aberto com a palestra Tudo por um bebê - a luta do casal sem filhos na busca de sua solução, na qual o médico abordará as principais causas da infertilidade e os avanços da ciência para reverter o problema.

O especialista dará também uma visão geral sobre as técnicas mais modernas de fertilização in vitro, entre elas a que permite a homens submetidos à vasectomia e mulheres que fizeram laqueadura procriar novamente. Outras inovações são os métodos para avaliar a saúde do embrião antes que ele seja transferido para o útero da paciente.

Os interessados poderão se inscrever gratuitamente no Sesc Bauru, Av. Aureliano Cardia, 6-71, fone (14)235-1750, de terça-feira a sexta-feira, das 13h às 21h30 e nos finais de semana das 9h às 17h30.

• Antipsicóticos

A olanzapina, fabricada pela industria farmacêutica Eli Lilly com o nome comercial Zyprexa, usada em conjunto com a fluoxetina (princípio ativo do Prozac), tem um efeito antidepressivo rápido e significativo em pacientes com distúrbio bipolar em períodos de depressão. Esses dados estarão sendo apresentados no congresso anual da Associação Norte-Americana de Psiquiatria, que acontece esta semana na Filadélfia.

Normalmente, as pessoas com distúrbio bipolar tomam vários medicamentos, podendo sofrer efeitos colaterais inimagináveis, além de apresentar problemas na adesão à terapia.

No momento, a Lilly está desenvolvendo um novo medicamento fruto da combinação da olanzapina com a fluoxetina e pretende submeter, no segundo semestre deste ano, a nova droga à aprovação do órgão regulador norte-americano (FDA) para uso no tratamento da depressão resistente e das fases de depressão dos acometidos por distúrbio bipolar.

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