Bairros

Patrimônio atrai ação de marginais

Da Redação
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A sala de computação é o maior patrimônio da Escola Estadual Walter Barreto Melchert, localizada no Núcleo Otávio Rasi, depois dos alunos, é claro! As duas primeiras câmeras do circuito interno de TV da unidade de ensino foram instaladas para vigiar 24 horas os equipamentos que ajudam os alunos a desvendar o universo da informática.

A escola possui alarme interno e externo. Um ladrão pode até conseguir pular o muro e entrar nos jardins, mas não vai passar daí. As grades e os alarmes monitorados, dia e noite, por uma central de segurança, impedem os furtos e roubos.

Protegendo o patrimônio, conseqüentemente, a escola também dá segurança aos alunos, que vêm de vários bairros: Ferradura Mirim, Manchester, Parque Paulista, Santa Terezinha, Horto de Aimorés, além do próprio Otávio Rasi.

“Ficamos mais tranqüilos. A depredação diminuiu e se um estranho entrar no pátio, o alarme dispara e a central de segurança é acionada”, conta a secretária da escola, Sônia Maria Coutinho.

Sem recursos para contratar um professor de informática, a unidade de ensino conta com o trabalho de um voluntário. O ex-aluno da escola Marcelo Felipine, de 19 anos, ensina computação para estudantes e professores. “Ensino a mexer no World, Excel e outros programas que ajudam nas disciplinas. É o básico.”

Sem a preservação dos equipamentos e sem a ajuda da comunidade, como no caso do Marcelo, certamente, os alunos da escola teriam que esperar muito mais para aprender a usar um computador. O próximo passo ainda está no projeto: entrar na era da Internet.

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