• “Choradeiraâ€
Com a “poupança†feita pelo prefeito Nilson Costa (PPS) nos últimos meses nos cofres municipais, os vereadores não vão mais perdoar o chefe do Executivo: acabou a choradeira. Eles querem que o prefeito invista em obras prioritárias. Os piscinões para conter as águas das chuvas são os mais requisitados pelos parlamentares.
• Comprometido
O prefeito argumenta que o valor de R$ 23 milhões já está comprometido com obras de pavimentação, convênios da saúde, assistência social e educação, os precatórios e o 13.º salário. Só que, desse valor, R$ 11 milhões são para convênios, os precatórios foram parcelados em 10 vezes e o programa de asfalto contará com R$ 8,6 milhões da empresa que venceu a licitação do transporte coletivo.
• Sessão light
O feriadão prolongado de Corpus Christi amenizou a pauta de trabalho dos vereadores para a reunião de segunda-feira. Os parlamentares vão discutir e votar somente quatro processos. A tribuna livre, no entanto, deve render discursos inflamados. Assunto não faltará.
• Polêmica
Com certeza, a sobra de caixa nos cofres da Prefeitura de Bauru deverá ser lembrada pela oposição. Corte de ponto dos servidores grevistas é outro assunto que deve ser comentado na tribuna. O prefeito Nilson Costa (PPS) mandou descontar o dia de paralisação, realizado em 25 de abril.
• Sumiu
O presidente da Câmara Municipal, Walter Costa (PPS), não é visto há dias na Casa. Aliás, a última sessão legislativa foi comandada pelo vice, vereador Roberto Bueno (PTB). A cada dia que passa, Bueno consolida-se mais no comando do Legislativo. Ele é candidato declarado à presidência da Câmara para o biênio 2003/2004. Costa está viajando.
• Oito vetos
A Câmara manteve oito dos 11 vetos do prefeito na lei da Funprev. Agora a Administração vai ficar aliviada com os repasses federais. É que a ausência da lei gerou o risco de bloqueio nas transferências. De outro lado, o prefeito terá que se preparar para pagar os aposentados e repassar a cota patronal para a Funprev.
• Despesa gorda
A despesa com previdência aumentou consideravelmente. A Prefeitura vai continuar arcando com cerca de R$ 850 mil mensais com os aposentados e ainda terá que repassar o equivalente a R$ 600 mil/mês pelos 14,5% da folha à Fundação de Previdência.
• Comissão provisória
O Executivo ainda terá que indicar um servidor de carreira para compor a comissão provisória que vai gerir o órgão. Os outros dois membros serão da Câmara Municipal e do Departamento de Água e Esgoto (DAE).