Um dia sem julgamentos
Em entrevista na revista Veja, de 8 de maio de 2002, o megaempresário do marketing Martin Sorrell, afirmou que “os brasileiros são muito bons, muito criativos, mas sofrem de falta de auto-estimaâ€. Ele tem razão.
Um dos motivos disso é o excesso de críticas existentes entre parentes dentro de uma residência. Pais ignorantes, que não conseguem equilibrar elogios e críticas, transmitem esses ensinamentos desequilibrantes para seus filhos. Não que a crítica deva desaparecer, uma vez que ela é imprescindível para o desenvolvimento pessoal, mas que seja praticada de forma equilibrada.
Esse hábito é levado de forma natural para as organizações, tornando os ambientes de trabalho não sadios. O que se vê, na maioria das vezes, são funcionários exagerando nas críticas, provocando cenas parecidas com as das novelas da televisão. Terrível, pois geram desmotivações desnecessárias.
Com isto, é muito comum pessoas desenvolverem vocações para serem juizes. Não conseguem se sentir bem se não estiverem julgando. Ficam o tempo todo buscando defeitos no próximo.
Mas, quem somos nós para julgar o próximo, considerando que nunca se tem todas as variáveis envolvidas numa atitude. É muito complexo analisar o que leva uma pessoa a ter determinados procedimentos. Quando você julga ou é julgado, está sendo provocado de alguma forma sofrimentos.
Geralmente o que julgamos no próximo está oculto em nós. Portanto, é necessário nessa área uma mudança radical. Sugiro 1 dia da semana “sem julgamentosâ€.
Sugerimos essa idéia para alguns clientes da M. Davison & associados e o resultado tem sido maravilhoso, pois as pessoas passam um dia com mais paz, com menos pensamentos nocivos e ressentimentos. Sem contar a elevação da auto-estima. Experimente praticar essa idéia.
Sugestão de melhoria
O que importa não é somente a primeira impressão, mas a segunda, a terceira, a quarta...
Davison de Lucas - Diretor da M. Davison & Associados www.mdavison.com.br