Amamentação X obesidade
Os recém-nascidos que são amamentados pela mãe correm um risco 30% menor de serem crianças obesas do que os que tomam mamadeira, segundo pesquisadores da Universidade de Glasgow e Edimburgo, num documento publicado na revista científica The Lancet.
O papel benéfico da alimentação materna foi avaliado medindo-se o índice de massa corpórea de 32 mil crianças escocesas de 39 a 42 meses. A obesidade mostrou-se menos comum entre as crianças alimentadas pela mãe. Segundo os médicos, esta diferença persiste uma vez ajustados os dados sócio-econômicos dos pais, o peso ao nascer e o sexo das crianças.
De acordo com um dos autores da pesquisa, a obesidade pode surgir desde a mais tenra idade e, com os dados sobre a amamentação, será possível montar uma estratégia eficaz de combate à obesidade infantil.
A doença, que afeta mais de 250 milhões de pessoas no mundo, tem aumentado de forma alarmante entre as crianças. (AFP)
Prevenção
O Ministério da Saúde lançou, nesta semana, uma campanha de prevenção à aids voltada para os homossexuais. O objetivo, de acordo com site oficial (www.saude.gov.br) é estimular o uso freqüente da camisinha nas relações sexuais entre homens e reduzir o preconceito da sociedade, em particular entre profissionais de saúde, da educação e familiares, em relação às diferenças sexuais.
“A previsão da Organização Mundial de Saúde (OMS) era de que o Brasil teria hoje 1,2 milhão de infectados pelo vírus HIV. No entanto, o número de notificações é de 600 mil, o que comprova a eficiência das ações do governo em relação ao controle da incidência da aidsâ€, afirma o ministro Barjas Negri.
Estudo do Ministério da Saúde mostra que homens que fazem sexo com homens têm 11 vezes mais risco de contrair o vírus da aids, se comparados com homens que mantêm apenas relações sexuais com mulheres. Atualmente, 0,4% da população heterossexual masculina está infectada pelo HIV contra 4,5% dos que mantêm relações homossexuais.