JC Criança

Festividades mudam de acordo com a região


| Tempo de leitura: 1 min

Apesar de hoje as festas juninas serem comemoradas de diversas formas, até bastante distante da tradicional, pois as danças foram modificadas e o figurino deixou de retratar o mundo caipira, é comum encontrar quadrilhas formadas por pessoas caracterizadas de “country”, ao embalo do mesmo ritmo.

Mesmo assim, é interessante conhecer um pouco sobre a origem das festas que tanto animam os dias frios de junho. As festas juninas fazem homenagens a três santos cristãos durante o mês: dia 13 Santo Antônio, dia 24 São João e dia 29 São Pedro e São Paulo.

Em diversas regiões culturais do Brasil, as festas juninas acompanham as tradições locais e ganham cor, variam os tipos de danças, indumentárias, comidas e banhos. Mas não podem faltar a fogueira, o milho, a pinga, o mastro e as rezas dos santos.

Na nossa região, o que predomina é a tradição caipira, caracterizada pelas festas realizadas em terreiros rurais, onde não faltam os elementos típicos dos três santos de junho. Mesmo distantes do mundo rural, as pessoas que vivem nas cidades conseguiram fazer algumas adaptações e as festas espalharam-se em escolas, clubes e bairros ao som de muita música.

O mastro

O mastro é um símbolo das festas juninas. Com mais ou menos cinco a seis metros, ele é erguido tendo no seu cume a bandeira do santo padroeiro da festa. Em alguns lugares são encontradas as três bandeiras, cada uma com a figura de um dos santos juninos: Santo Antônio, São João e São Pedro.

Há um ritual para preparar o mastro, levá-lo até o local onde será instalado. A bandeira dos santos é levada pelas mulheres e o mastro, que pode ser pintado ou enfeitado, é carregado pelos homens. As pessoas rezam e colocam o mastro no local.

Comentários

Comentários