A proximidade da distribuidora de gás com o estádio municipal é o principal argumento utilizado pelo prefeito para a cassação do alvará de funcionamento da empresa.
Durvalino disse que está apenas cumprindo uma lei municipal que proíbe o comércio de gás liqüefeito a menos de 200 metros do estádio de futebol. A distribuidora estaria a dez metros do campo.
Em uma eventualidade, argumentou o prefeito, os fogos de artifícios, cuja utilização é normal em épocas de competição esportiva, poderiam provocar graves acidentes. Se um desses fogos atingirem o prédio onde estão armazenados os botijões haveria o risco de um incêndio de grandes proporções. â€œÉ um barril de pólvoraâ€, alertou o prefeito.
Durvalino contesta a licença dada ao estabelecimento pelo Corpo de Bombeiros. Ele adiantou que vai enviar um ofício ao comando da corporação, em Bauru, informando do risco que representaria o comércio de gás naquela região.
Quanto à acusação de que a cassação do alvará não passa de perseguição política, Durvalino foi taxativo. “Tudo o que se faz e que não é do agrado da oposição, há chiadeiraâ€, afirmou o prefeito.