O vereador Toninho Garmes (PSDB) engrossou a lista de cinco vereadores que defendia a apuração de infração político-administrativa contra o prefeito. Para ele não vale a alegação de que o fato já foi objeto de investigação porque a morte do menino foi submetida à verificação sob o aspecto criminal.
O vereador entendia que a Câmara deveria exercer o papel de fiscalização. “Votei sim porque o inquérito é questão criminal e não administrativa e o decreto lei 201 define a análise de infração político-administrativa pela Câmara. É inadmissível o argumento de que o caso já está na Promotoria porque neste campo a análise é criminal e o promotor vai ver se houve ou não culpa do motorista pela morte do meninoâ€, apontou.
Garmes sustentou que só a processante poderia indicar se houve falha nas obrigações administrativas, se houve ou não fiscalização e acompanhamento das exigências do contrato. Mais uma vez não pudemos fiscalizar a fundo fato relacionado ao Executivo. Respeito os votos mas não concordoâ€, reclamou.