• DÁ-LHE BRASIL
Seleção com maior número de títulos mundiais, a do Brasil enfrenta a já conhecida equipe turca - adversária na estréia vitoriosa por 2 a 1 - lutando por uma vaga na final da Copa do Mundo. Quatro vezes campeão e duas vice, o Brasil tenta chegar à sua sétima decisão, enquanto a Turquia, que anteriormente só havia participado de um Mundial, em 1954, quer ir ainda mais longe. No caso de empate no tempo normal, a partida irá para a prorrogação com gol de ouro e se permanecer a igualdade, decisão de pênaltis. Será uma das maiores coberturas na história das Copas do Mundo. Assim o jogo em Saitama, pelas semifinais, está sendo tratado pela Fifa. A entidade credenciou mais de 3.600 jornalistas de 95 países, para a partida desta manhã no Brasil - noite no Japão. Antes da partida de estréia no Mundial, Brasil e Turquia só haviam se enfrentado uma vez. Foi em um amistoso realizado em 1956, em Istambul, quando os brasileiros venceram por 1 a 0. Felipão disse que só anunciará o time momentos antes da partida, mas Edílson deve ser o substituto do suspenso Ronaldinho Gaúcho. Antes, ele havia testado a formação titular com Juninho e depois Denílson no treino de segunda-feira. Para mim, melhor seria o time no 4-4-2, com o meia Ricardinho no lugar de um zagueiro. O mais provável mesmo é que Edilson seja o escolhido, como ocorreu contra a Costa Rica, na vitória de 5 a 2, quando Ronaldinho Gaúcho foi poupado. Quanto ao time turco, merece todo o respeito. Vocês devem estar lembrado do sufoco que tomamos deles, na primeira fase. Se bem que tem aquela da porteira: passou um boi, passa a boiada. De qualquer forma, deverá ser uma pedreira, tanto que no palpitão daqui, do JC, cravei Brasil, 1 a 0. E se a Seleção Brasileira passar pela Turquia, o penta virá. Com certa. Não tenho medo da Alemanha. Nem um pouquinho. Mas por enquanto nossa preocupação é a Turquia. Pensamento positivo. Dá-lhe Brasil.
• DE BOCA É FÁCIL
Questionado sobre as declarações em tom provocativo dos turcos, Marcos preferiu não criar muita polêmica. Para o goleiro brasileiro, futebol se resolve dentro de campo. É, quase todos os times que enfrentamos nessa Copa nos provocaram antes dos jogos, mas eles ficaram e nós avançamos. De boca, mato até Tyson, Lewis e Hollyefield. Juntos.
• ALEMANHA DECIDE
A 15 minutos do fim, Ballack acabou com o sonho da Seleção Sul-coreana de disputar a final da Copa do Mundo. Ao mesmo tempo, felicidade e amargura do meia do Leverkusen, autor do gol solitário em Seul, porque vai cumprir suspensão do segundo cartão na decisão de domingo. Quanto ao jogo de ontem, foi movimentado, mas não teve brilho técnico. A Alemanha mereceu vencer, mesmo lenta e pouca ofensiva, enquanto a seleção da casa teve mais correria do que futebol propriamente dito. Bela campanha, foi longe demais. A Alemanha vai tentar o quarto título mundial, e o Brasil, o quinto. Não tenho duvidas que nossa seleção disputará sua sétima final - assim como os germâicos - e voltará da Ásia com o penta. Se Deus quiser. Pelo que acompanhei, a Alemanha não mete medo. Tem três craques: o goleiro Kahn e o meia, Neuville. O outro é Ballack, que não jogará.
• VELHO?
O Manchester United negou qualquer interesse na contratação de Rivaldo, alegando que a idade é o grande obstáculo para a compra do jogador da Seleção Brasileira, já que Rivaldo custaria muito caro para um jogador de 30 anos. No entanto, o clube inglês foi realista: “Não nos interessa jogador com mais de 28 anos e que custem caro. Preferimos profissionais que tenham um futuro mais longo. Não investiremos em maravilhas que durem apenas mais um ano’.
• NAZISMO
A polícia coreana encontrou uma bandeira com a suástica, maior símbolo do nazismo, no estádio de Seul, momentos antes da partida entre Alemanha e Coréia do Sul. Abaixo da suástica estava escrito: “Não passarãoâ€. Ao que tudo indica, a bandeira foi levada por torcedores coreanos, que pretendiam provocar alemães presentes ao estádio.
• DESMENTIDO
A Fifa descartou qualquer possibilidade da Coréia do Sul estar usando jogadores dopados na Copa do Mundo como chegou a ser publicado em alguns jornais. O chefe da equipe médica do Mundial deixou claro que os sul-coreanos se submetem ao mesmo tipo de exame dos demais jogadores de outros países.
• FUTEBOL UNE
Apesar de todas as suas diferenças históricas, Japão e Coréia do Sul estiveram unidos em pelo menos uma coisa: o futebol. Uma pesquisa revelou que quase 60% dos japoneses torceram para que a Seleção Sul-coreana chegasse à final da Copa. Os dois países tem uma história de inimizade que remonta à brutal colonização da península coreana pelo Japão, que foi de 1910 até 1945. Na batalha mais recente, os dois países rivalizaram na luta para organizar a Copa do Mundo de 2002, até que a Fifa resolveu usar ambos como sede pela primeira vez na história.