Turismo

Ilha oferece mais de 60 pontos para mergulhos


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Um leque com mais de 60 opções. Esse é o ‘cardápio’ que se encontra em Bonaire à disposição dos mergulhadores. Somada aos da região, esse número sobe a 80.

Além de proporcionar prática para quem está iniciando-se no esporte, a ilha oferece, também, atrativos para quem já tem experiência e quer se aventurar nas profundezas do Mar do Caribe.

Uma delas é o parque marinho formado no entorno do navio Wind Jammer, veleiro de três mastros, com 90 metros de comprimento, vítima de um vento reverso em 1912 que o colocou a pique.

O veleiro está a 60 metros de profundidade, no lado sul da ilha. Devido a profundidade, a visita ao Wind Jammer só é permitida a mergulhadores experientes, com mais de 100 registros.

Porém, para os menos experientes há uma outra opção: o Hilma Hooker, embarcação de bandeira panamenha, que foi a pique em 1984. Ele repousa dos 18 aos 30 metros. É conhecido como o ‘navio da maconha’, pois transportava a droga quando foi flagrado pelas autoridades policiais de Bonaire.

O carregamento foi apreendido e incinerado posteriormente. A tripulação fugiu. O navio, então, foi afundado propositadamente, tornando-se um dos principais pontos de mergulho da ilha. Permanece intacto.

O mergulho na ilha é cercado de regras. Não se permite o uso de luvas porque nada pode ser tocado ou colhido. Pode-se recolher lixo, desde que não haja formação de coral. Caça submarina, nem pensar.

A utilização de flash de equipamentos fotográficos e de filmagem também é limitada. O objetivo é evitar que os peixes se estressem com a luz. Baterias de câmeras fotográficas e de máquinas de vídeo não podem ser descartadas na ilha.

O retorno desse lixo ao continente é obrigatório. Só é permitido mergulhar no lado oeste de Bonaire. No leste, o mar só oferece condições de mergulho entre agosto e setembro, época em que as águas estão em clima de calmaria. Mesmo assim, proporciona de três a quatro dias de mergulho.

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