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Automobilismo - Escolhido para promover prova, Aírton Daré prevê corrida difícil em Richmond

Da Redação
| Tempo de leitura: 4 min

Richmond - O brasileiro Aírton Daré está agradavelmente surpreso com o reconhecimento de seu trabalho pelos americanos, mas acha que isso não vai lhe trazer nenhuma facilidade em Richmond, onde será disputada, amanhã à noite, a oitava etapa do campeonato da Indy Racing League.

A corrida marcará a metade da temporada, que prevê um total de 15 provas, e Daré gostaria que ela significasse também a sua virada, já que até agora seus resultados não têm refletido o estilo que fez dele um dos pilotos mais populares da categoria.

Logo após a corrida de Pikes Peak, há duas semanas, Daré foi convidado pela diretoria da IRL para fazer pit stops de demonstração nas ruas de Washington. Agora, foi escolhido para outra promoção: quem comprar o ingresso, participará de um sorteio que selecionará quatro vencedores.

Cada um escolherá um piloto entre Daré, Eddie Cheever, Robbie Buhl e Robby McGehee. Se um deles ganhar a prova, embolsará 50 mil dólares, enquanto o torcedor conhecerá pessoalmente o seu escolhido, almoçará no centro de hospitalidade da IRL, fará um passeio pelos boxes e garagens e ainda receberá presentes e recordações.

Satisfeito com este reconhecimento, Daré promete se empenhar ainda mais em Richmond, onde esteve entre os líderes na prova do ano passado, mas acabou sofrendo um acidente quando ultrapassava um retardatário. “Sempre dou tudo em todas corridas, mas esta promoção aumentou ainda mais minha motivação”, disse o piloto de Bauru.

“Só não sei se vou ter equipamento para lutar pela vitória”. Ele se refere à falta de potência de seus motores, mas afirma que ainda não perdeu a esperança. “O AJ Foyt, dono da equipe, prometeu melhorar os motores, mas só vou acreditar na hora que pisar no acelerador e sentir a resposta do motor.”

Com apenas 0,75 milha, Richmond é o tipo de circuito que Daré aprecia. â€œÉ difícil, o piloto tem de trabalhar o tempo todo”, analisa. “No ano passado, larguei em 5o, mas neste ano tem sido difícil fazer o Foyt acertar o carro para o meu jeito de guiar. Ele foi um dos maiores corredores dos EUA, e impõe aos pilotos as mesmas regulagens que usava. Mas meu estilo é diferente: gosto do carro respondendo rapidamente aos meus comandos, e o dele reagia devagar. Falei com ele que em 2.001 usei o carro duro e andei bem; ele disse que em Richmond isso deve funcionar. Vamos ver como vai ser”, conformou-se o piloto de Bauru. (Da Redação)Richmond - O brasileiro Aírton Daré está agradavelmente surpreso com o reconhecimento de seu trabalho pelos americanos, mas acha que isso não vai lhe trazer nenhuma facilidade em Richmond, onde será disputada, amanhã à noite, a oitava etapa do campeonato da Indy Racing League.

A corrida marcará a metade da temporada, que prevê um total de 15 provas, e Daré gostaria que ela significasse também a sua virada, já que até agora seus resultados não têm refletido o estilo que fez dele um dos pilotos mais populares da categoria.

Logo após a corrida de Pikes Peak, há duas semanas, Daré foi convidado pela diretoria da IRL para fazer pit stops de demonstração nas ruas de Washington. Agora, foi escolhido para outra promoção: quem comprar o ingresso, participará de um sorteio que selecionará quatro vencedores.

Cada um escolherá um piloto entre Daré, Eddie Cheever, Robbie Buhl e Robby McGehee. Se um deles ganhar a prova, embolsará 50 mil dólares, enquanto o torcedor conhecerá pessoalmente o seu escolhido, almoçará no centro de hospitalidade da IRL, fará um passeio pelos boxes e garagens e ainda receberá presentes e recordações.

Satisfeito com este reconhecimento, Daré promete se empenhar ainda mais em Richmond, onde esteve entre os líderes na prova do ano passado, mas acabou sofrendo um acidente quando ultrapassava um retardatário. “Sempre dou tudo em todas corridas, mas esta promoção aumentou ainda mais minha motivação”, disse o piloto de Bauru.

“Só não sei se vou ter equipamento para lutar pela vitória”. Ele se refere à falta de potência de seus motores, mas afirma que ainda não perdeu a esperança. “O AJ Foyt, dono da equipe, prometeu melhorar os motores, mas só vou acreditar na hora que pisar no acelerador e sentir a resposta do motor.”

Com apenas 0,75 milha, Richmond é o tipo de circuito que Daré aprecia. â€œÉ difícil, o piloto tem de trabalhar o tempo todo”, analisa. “No ano passado, larguei em 5o, mas neste ano tem sido difícil fazer o Foyt acertar o carro para o meu jeito de guiar. Ele foi um dos maiores corredores dos EUA, e impõe aos pilotos as mesmas regulagens que usava. Mas meu estilo é diferente: gosto do carro respondendo rapidamente aos meus comandos, e o dele reagia devagar. Falei com ele que em 2.001 usei o carro duro e andei bem; ele disse que em Richmond isso deve funcionar. Vamos ver como vai ser”, conformou-se o piloto de Bauru.

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