Bom dia, editor: morei em Bauru 25 anos da minha vida, até 1986. Fui muitas vezes ao estádio Alfredo de Castilho ver o Noroeste, clube que carrego comigo no coração até hoje (é bem verdade que seu espaço nele está se reduzindo, devido à sua significância ser cada vez menor no cenário futebolístico). Me lembro quando fiz peneira e passei, só não vinguei por não ter ambiente. Fiz gols nos quatro treinos que tivemos, joguei junto com Lela. Mas essa é uma outra história. Vejo que a realidade dos dirigentes hoje é bem diferente da época do comendador Amantini, que também não era tão boa, mas não era medíocre. É duro estar tão longe de Bauru sem um time para se orgulhar. Será que Bauru cresceu e os craques sumiram ou a capacidade de revelar jogadores é que atrofiou? Espero que as coisas melhorem, pois gostaria de poder levar meu filho para ver um jogo do Norusca aqui em Sampa contra o meu São Paulo. Obrigado, de um noroestino perdido no tempo. (Pedro Monteiro - e-mail: pedroportalupi@uol.com.br - São Paulo-SP)
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