A massa torcedora brasileira sofreu, mas depois foi recompensada com a jornada vitoriosa da seleção, festejada ontem em todo o País com as mais variadas manifestações de alegria. Desde Blumenau, a “Capital Alemã†do Brasil, passando pela maior cidade da América do Sul, São Paulo, até a emblemática Cidade Maravilhosa, o Rio, as ruas se transformaram em uma só festa. Bauru não foi uma exceção. A agitação começou na véspera, com som e fogos, se intensificando na madrugada.
No final da história, como a gente confiava, faturamos o caneco com méritos indiscutíveis, ganhando o título invicto, não empatando nenhum jogo, quanto mais precisando ganhar nos pênaltis ou na “morte súbitaâ€. Foram sete jogos e sete vitórias no tempo normal e, além disso, nosso ataque foi o mais positivo. De quebra, Ronaldo foi o artilheiro do Mundial, e com chances de ser anunciado amanhã pela Fifa como o melhor jogador da festa máxima do futebol. E por falar no “Fenômenoâ€, ele foi o nome do jogo de ontem, quando o Brasil dobrou os alemães (2 a 0) na final histórica em Yokohama, no Japão. O torcedor tem bons motivos para festejar, porque o Brasil confirmou sua condição de “País do Futebolâ€. Afinal, é o único que disputou todos os Mundiais, foi o primeiro a ganhar o tri, em 70, no México; o tetra, nos EUA-94; e o penta, na Ásia-2002.