Economia & Negócios

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Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 3 min

• Adulteração

Enquanto o Ministério Público Federal (MPF) em Bauru aguarda resposta da Agência Nacional de Petróleo (ANP) sobre o resultado da análise de amostras de gasolina coletadas em postos da cidade, um tanque da distribuidora Transo, localizada em Paulínia (SP), foi interditado na manhã de ontem contendo 1,9 milhão de litros de combustível adulterado. A operação na distribuidora foi realizada em conjunto pela Polícia Civil daquela cidade e técnicos da ANP.

• Denúncia

As equipes chegaram ao local depois que a distribuidora Álamo, do Rio de Janeiro, denunciou à ANP o extravio de cinco milhões de litros de combustível que deveriam estar armazenados na distribuidora de Paulínia. O diretor da Transo foi detido e levado a uma delegacia da cidade para prestar depoimento.

• ANP

Segundo a assessoria de imprensa da ANP, a gasolina contida no tanque interditado foi examinada pelo laboratório de análise de qualidade de combustíveis da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), anteontem. O laudo teria acusado a presença de marcador de solvente, substância química colocada em todos os solventes comercializados no Brasil, para permitir a identificação do produto caso seja misturado à gasolina.

• Financiamento

Apesar de ainda incomum, já é possível financiar eletroeletrônicos em agências bancárias. O BBV está fazendo isso e garante que os juros são menores e, os prazos de financiamento, maiores do que os praticados em lojas especializadas. A proposta da campanha denominada HiperCrédito Finalista oferece financiamento de televisores e DVDs de última geração da Philips.

• Sucesso

Segundo a assessoria de imprensa do banco, o consumidor tem 30 meses para pagar com juros de 2,95% ao mês. O objetivo da atual campanha seria repetir o sucesso de outra realizada no ano passado, quando teriam sido comercializados oito mil equipamentos em 45 dias.

• GLP

A Petrobras divulgou ontem o reajuste de 6,2% no Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) a partir da zero hora do dia 5 de julho. Com o aumento, o produto sofrerá acréscimo de R$ 0,52 por botijão de 13 kg nas refinarias. O objetivo é alinhar os preços do produto da Petrobras às cotações internacionais convertidas para a moeda brasileira.

• Reajuste

Este será o quarto reajuste de preço do produto efetuado no ano, pela Petrobras. No primeiro houve alta de 23% em 1 de janeiro; no segundo foi registrada elevação de 14,5% no dia 1 de abril e, no terceiro, aumento de 9,2% em 1 de junho. Na última sexta-feira, a estatal anunciou aumentos nos preços de gasolina e de óleo diesel, respectivamente de 6,75% e de 9,5%, que entraram em vigor no dia 30 de junho.

• Concorrência

Para a definição dos percentuais de reajuste, a Petrobras leva em conta fatores concorrenciais, com o objetivo de manter seus produtos competitivos junto ao mercado. Atualmente, a empresa reajusta os preços quando, nos 15 dias anteriores às elevações, a média dos valores internacionais oscilar em percentual superior a 5% em relação à média dos 15 dias que antecederam a divulgação do reajuste anterior.

• Recompra

A queda de preço das ações e dos títulos de renda fixa brasileiros desencadeou o interesse das empresas em recomprá-los. O Bradesco já informou que vai comprar suas ações que estão no mercado (somente as ações ordinárias caíram 15,6% no último mês). Mas antes do Bradesco, a Companhia de Bebidas das Américas (AmBev) e a Embratel tomaram a mesma atitude.

• Ações

Depois de ver as ações PN da subsidiária Tractebel Energia caírem 13,03%, a Tractebel EGI South America (antiga Gerasul) elevou em 5,58% o total de preferenciais que possui da empresa. O diretor de relação com investidores, Marc Jacques Zelie Verstraete, disse que a controladora aproveitou um momento que considerou interessante.

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