Na sala de espera de uma clínica médica Fátima apanhou, aleatoriamente, um revista para mim. Começo a folhear “São Paulo Tem - Interior†e detenho-me no texto da jornalista Cláudia Pinto, com fotos de Luis Cardoso, o qual edita questionamentos da pesquisadora Lúcia Helena Ferraz Sant’Agostino sobre aspectos arquitetônicos de Bauru, notadamente a respeito da remodelação da praça Rui Barbosa e implantação do Calçadão da Batista de Carvalho. É fundamentalmente saudosista a crítica da ex-professora da Unesp-Bauru no concernente aos dois logradouros. De fato, podemos até sentir saudade da macaquinha cor-de-mel que descia das árvores para comer amendoim e pipoca que os frequentadores da praça jogavam para ela, macaquinha. Acontece que a Rui Barbosa virou mesmo uma “Praça do Povoâ€, no sentido dado a todas pelo poeta Castro Alves. É um espaço amplo de que se serve a sociedade organizada ou não para as suas manifestações, inclusive eventos políticos. Agora, dizer que o Calçadão é brega, me parece uma avaliação extremada no superlativo do termo. O bulevar bauruense está cumprindo a finalidade de revitalização do centro comercial? Isto importa...
PS – Felipão, perdoe-me. Parabéns à família cinco estrelas. (Omar Barreto - RG 5.663.388-9)