• Rúcula para coração
Estudo realizado na Faculdade de Engenharia de Alimentos da Unicamp apontou que a rúcula é uma boa fonte de ômega 3, substância que ajuda a evitar doenças do coração. Segundo a pesquisa, o ômega 3 é melhor absorvido na ingestão da verdura crua. Além disso, a rúcula é rica em antioxidantes e vitamina A, cuja deficiência causa baixa taxa de crescimento, vulnerabilidade do sistema imunológico e problemas de visão.
• Ar melhor
Relatório divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostra que a qualidade do ar melhorou no Brasil entre 1997 e 2000. O resultado é atribuído à redução no consumo de mais de duas toneladas de clorofluorcarbonos (CFC). O CFC, liberado principalmente por refrigeradores, ar condicionados e embalagens em aerosol, é uma das substâncias que mais contribuem para a destruição da camada de ozônio.
• Tribo cobra por ervas medicinais
Índios da etnia Craô (Tocantins) pretendem exigir R$ 25 milhões da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) como compensação pelo suposto uso indevido da sabedoria tradicional da tribo. A Unifesp confirma que recolheu ervas e informações com curandeiros craôs buscando transformá-los em remédios fitoterápicos, mas garante a existência de um contrato. Os índios alegam que apenas três das 17 tribos assinaram o documento. (O Globo)
• Doces contra dor
Estudo realizado no Canadá revela que aromas doces, como cheiro de rosas ou amêndoas, podem funcionar como anestésicos. No entanto, a propriedade só funciona para mulheres. Segundo a pesquisa, sensações agradáveis do toque ativam uma área do cérebro também usada para o paladar e o olfato. Por isso, é possível que os odores possam alterar o processamento sensorial do toque, da dor e da temperatura. (Revista Nature)
• Guaco
Estudo realizado pela Universidade de Campinas (Unicamp) mostra que as propriedades do guaco (tipo de cipó-trepadeira) vão além do seu uso como matéria-prima de chás e xaropes para problemas respiratórios. A pesquisa constatou efeito da erva no combate ao câncer, úlcera, infecções e prevenção à cárie. Com os resultados, as folhas de guaco podem deixar a medicina popular para compor a remédios fitoterápicos.
• Sêmen X depressão
Pesquisadores da Universidade Estadual de Nova York anunciam que o sêmen pode melhorar o humor das mulheres. Os testes foram feitos comparando as que usam ou não o preservativo. Agora, eles tentam entender como o sêmen contribui para o bem-estar emocional feminino. Sabe-se que a substância contém vários hormônios que afetam o humor e que elas aparecem na corrente sangüínea da mulher minutos após a relação sexual.
• Luz acesa
Médicos britânicos estão recomendando que os diabéticos durmam com a luz acesa para evitar problemas oculares. Segundo eles, o diabetes dificulta a oxigenação em tecidos de vasos sangüíneos muito finos, que é o caso da retina. A retinopatia acontece quando um grupo de células responsáveis pela visão em ambientes mal iluminados precisam consumir oxigênio. Ao reduzir a necessidade de oxigênio destas células, a luz retardaria a retinopatia.
• Câncer na bexiga
Uma substância presente na urina pode ser um método diagnóstico mais simples para a detecção de câncer na bexiga. A descoberta foi feita na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), quando um especialista percebeu que o ácido hialurônico urinário apareceu em 66,7% dos portadores da doença. Atualmente, o diagnóstico do câncer de bexiga exige endoscopia urinária - método invasivo e doloroso.
• Batata frita dá câncer?
A Organização Mundial de Saúde anunciou esta semana que vai investigar a possível presença de uma substância cancerígena em alguns carboidratos assados e fritos. Isso inclui a batata frita e os pães. Um grupo de 25 especialistas da Europa e Estados Unidos discute o assunto a partir de um estudo da Universidade de Estocolmo. O objetivo é descobrir como a acrilamida se forma nos carboidratos, em que alimentos e sob quais temperaturas.