Tribuna do Leitor

Um Réquiem para a Tilibra


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Quando uma empresa mata os seus ícones, é sinal de que também está morrendo. Primeiro, abandona a equipe campeã brasileira de basquete, que levava seu nome aos quatro cantos do País com um time cheio de garra, vitorioso, fazendo uma cidade inteira vibrar. Agora, desestrutura um coral que costumava brilhar nos festivais em que participava, deixando as pessoas extasiadas com as vozes dedicadamente lapidadas de seis funcionários. A arte do esporte, o esporte do canto - crianças -, prodígios rejeitados em seu melhor momento criativo-produtivo!

A empresa pode se destacar na área empresarial, mas o que isto significa? Mais uma dentre tantas outras, tão estandartizada que perde sua identidade, não sabe mais quem é, por que é. Para os bauruenses, entretanto, será lembrada como o “Tilibra-Copimax”, aquele time valente da camisa com a estrela azul que muita criança sonhou em vestir; também a recordaremos como o “Coral Tilibra”, aquele que fazia a platéia arrepiar e pedir “bis” e no qual eu sempre sonhei em cantar... (Angela Elys G.K. Bianchini - RG.16.155.759)

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