Mais uma vez, a maior potência dos motores Infiniti prevaleceu nos treinos de classificação das provas da Indy Racing League. Desta vez, foi no superoval de Michigan, onde vai ser disputada, neste domingo, a 10ª etapa do campeonato.
O mais rápido foi o sul-africano Tomas Scheckter, que fez a volta pelo circuito de 3.218,688 metros em 32s4518, estabelecendo a média de 357,062 quilômetros por hora. Scheckter foi seguido por seus dois companheiros na equipe Cheever, o estreante Buddy Rice e o veterano Eddie Cheever, todos com Dallara/Infiniti.
Dos brasileiros, o mais bem classificado foi Hélio Castroneves, com um Dallara/Chevrolet da equipe Penske, que virou em 32s8631. A seguir vieram Felipe Giaffone, o 12º com o G-Force/Chevrolet, da equipe Hollywood/Mo Nunn, com 32s9891; Aírton Daré, o 13º com um Dallara/Chevrolet da AJ Foyt Racing, com 33s0377; Gil de Ferran, o 17º também com Dallara/Chevrolet da Penske, com 33s1146, e Raul Boesel, o 18o com Dallara/Infiniti da Bradley, com 33s1181.
Usando um motor mais fraco do que o de corrida, Daré já esperava uma posição de largada por volta da 12ª posição. “Errei por uma, mas nesta corrida, que tem quase 650 quilômetros de percurso, a posição de largada significa muito poucoâ€, comentou o piloto de Bauru.
“A equipe decidiu usar um motor de outro preparador nos treinos para economizar o nosso, preparado pela Roush, que é bem melhor. Como o limite destes motores é de 500 milhas e a corrida vai ter 400, o Foyt achou mais prudente fazer isso. Para mim está bom, já que o carro está rápido nas curvas e posso tanto usar a trajetória interna quanto a externa nas curvas, o que vai me ajudar a ultrapassarâ€, afirmou Daré.