Economia & Negócios

Economia & Negócios

Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 3 min

• Marcas valiosas

A consultoria Interbrand, do grupo Omnicom, e a revista BusinessWeek divulgaram o ranking 2002 das 100 marcas globais mais valiosas. A lista é baseada na idéia de que marcas fortes têm poder para levantar vendas e lucros. A pesquisa avalia o estímulo gerado por cada marca, sua estabilidade e seu impacto no fluxo de caixa, e não apenas a percepção do consumidor. A marca Coca-Cola, avaliada em US$ 69,6 bilhoes, é a líder.

• Bilhões

Na seqüência, vêm as seguintes companhias: Microsoft em segundo lugar, com US$ 64,1 bilhões; a IBM, com US$ 51,2 bilhões; a GE, (US$ 41,3 bilhões); Intel (US$ 30,9 bilhões); Nokia (US$ 30 bilhões); Disney (US$ 29,3 bilhões); McDonald’s (US$ 26,4 bilhões); Marlboro (US$ 24,2 bilhões) e Mercedes , com a marca de US$ 21 bilhões.

• Cortes

A Intelig - operadora de telefonia de longa distância - demitiu cerca de 200 funcionários. A decisão de reduzir o equivalente a 20% do seu pessoal é conseqüência de uma reorganização do portfólio de produtos, segundo afirma o presidente da Intelig, José Carlos Cunha. A empresa vai focalizar suas atividades nos serviços de voz, rede IP (protocolo Internet) e operadoras.

• Retorno

A Intelig optou por abandonar serviços em que a margem de retorno é menor, como o “frame relay”, uma tecnologia de comunicação de dados a velocidades mais baixas que as da rede IP. Cunha não revelou o número de clientes desse serviço, mas afirmou que os contratos se estendem até o final de 2004 e que serão mantidos.

• Novo perfil

Com a reestruturação, a Intelig passa a ter 800 empregados. Os demitidos terão alguns benefícios adicionais aos direitos estabelecidos em lei. A Intelig é controlada pelas empresas France Telecom, National Grid e SBC Communications. Os sócios colocaram a Intelig à venda, mas ainda avaliam propostas.

• Segurança

Ao contrário das turbulências na economia mundial, o segmento de segurança para Internet passa por momentos tranqüilos e positivos. É o que mostra um estudo recente divulgado pela IDC, que contabilizou receita mundial de US$ 6 bilhões para o mercado de software de segurança em Internet no ano passado - valor 18% maior que em 2000. Para 2006, a pesquisa prevê que esse mercado atinja a marca dos US$ 14,2 bilhões.

• Participações

Na liderança do segmento, em 2001, está a Symantec, com receita de US$ 718 milhões e 12% de market share (participação de mercado) em segurança para Web. A segunda posição fica com a Check Point, que obteve uma receita de US$ 531 milhões e toma 8% deste segmento. Em terceiro lugar vem a Network Associates - com receita de US$ 497 milhões e 8% de participação -, seguida pela Computer Associates - US$ 435 milhões de receita e 7% de presença - e pela IBM, com receita de US$ 307 milhões e 5% de participação.

• Crescimento

Neste mercado, a IDC destaca o potencial de segmentos como o gerenciamento seguro de conteúdo, que deve crescer de US$ 2 bilhões em 2001, para US$ 4,8 bilhões em 2006; os sistemas de verificações de vulnerabilidades e detecção de intrusos - que apresentará crescimento de 19% até 2006, somando US$ 1,5 bilhão- e o mercado de firewalls e redes virtuais privadas, que crescerá de US$ 895 milhões, em 2001, para US$ 1,5 bilhão em 2006.

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