Conforme publicação pelo JC, de 19/7/02, pág. 25, um idoso e uma criança foram atacados por cães ferozes, em São Paulo e Campinas. Na primeira, um bul-terrier, sem coleira ou focinheira, atacou uma criança de 2 anos de idade quando caminhava com sua mãe. O cão “jogava a criança de um lado para outro, como se fosse uma bonecaâ€. O animal só parou quando um pedreiro, munido de uma barra de ferro, golpeou-o várias vezes; na outra, em Campinas, um aposentado morreu após ser atacado por um doberman. Belo cão, tão eficiente que vitimou seu próprio dono e criador. Há um ano, aproximadamente, minha neta, com 5 anos de idade, acompanhada pela empregada, foi ameaçada por um pit-bul, acorrentado, sem focinheira. A empregada levantava-a o mais alto possível e pedia socorro. O cão puxava a corrente e praticamente arrastava o seu condutor. Graças à colaboração de dois homens que transitavam no local, o cachorro foi seguro através da corrente. Tal fato ocorreu na rua Wisard, Pinheiro, São Paulo. Assim sendo, sou contra a existência desses animais, dotados de reações imprevisíveis, piores que marginais irrecuperáveis. País evoluido é outra coisa. Na Inglaterra, tais animais foram castrados, eliminando-se, assim, a raça e o sério perigo que causam às pessoas. (Guilherme Garmes Filho - RG. 5.455.897)
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