Ao ter acompanhado as reportagens sobre o piscinão, chega-se à conclusão que os responsáveis não têm interesse na economia do Município, desde que os bauruenses paguem as contas.
É origem inédita a enchente e se dá com o encontro dos dois córregos. Em grande impulso, um encontra-se com o outro e interrompem a velocidade do ribeirão Bauru fazendo com que este acabe por provocar as enchentes e os dois, não tendo vazão adequada, seus canais vão se enchendo e derramando as águas nas avenidas.
Resolver o problema não é difícil se houver interesse por parte da administração pública. É só derivar um dos córregos a 80 metros paralelo ao ribeirão e outro a 120 metros e estará resolvido o problema. Os dois córregos que correrão paralelos ao ribeirão, ao adentrar nele ainda ajudam a dar impulso às águas por não interromper o fluxo do principal. (Carlos Sandrin - pensando no futuro do bauruense)