Disse certa vez Adenauer: “Tendo o Criador imposto severos limites à inteligência dos homens, é profundamente injusto que não lhes tenha igualmente, limitado à estupidez.†Quando vemos os rodeios, podemos realmente ter uma noção da mencionada ilimitada estupidez humana.Como alguém pode sentir-se bem numa platéia, delirando e aplaudindo o “torturador†montado num boi ou cavalo cutucando, dando esporadas e usando o sedem? Sem levar em conta ainda as outras práticas absurdamente cruéis que são aplicadas nos animais ainda no brete. Isso é “diversãoâ€? “Festaâ€? “Tradiçãoâ€? “Culturaâ€? Que tipo de cultura é essa? Cópia dos babacas ianques? Como bióloga e amante de todas as formas de vida, não posso conceber em hipótese alguma essa atividade insana. Fico feliz por encontrar pessoas como o sr. Luiz Miguel Axcar que, com sabedoria, desenvolveu o tema em matéria publicada neste espaço em 28/7 (13ª Festa do Sadismo Boiadeiro).
Finalizo lembrando as palavras de Mahatma Gandhi: “Eu intercedo pelos animais. Eu humildemente solicito que vocês ajudem a protegê-los das crueldades cometidas em nome da ciência, da pesquisa e de outras razões que se queiram dar. Essas criaturas mudas, indefesas, não nos fizeram nenhum mal. Elas não têm força para nos resistir. São vítimas da nossa tirania e maldade. Quem virá ao seu socorro?â€
Pelo fim da tortura! Pelo fim dos rodeios! Basta de hipocrisia. (Fátima L. de Maria Schroeder - RG: 16.981.716-7)