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Trabalhador: 'Faltou vontade política'

Thaís da Silveira
| Tempo de leitura: 1 min

Para a Comissão Pró-Organizadora dos Trabalhadores Autônomos de Rua de Bauru, faltou vontade política por parte da Prefeitura Municipal, que rejeitou as propostas feitas pela entidade referentes à questão dos trabalhadores informais.

“Eles mostraram indisposição política em relação às propostas”, acredita o trabalhador Fabrício Genaro, que foi desclassificado do processo por não ter entregue a documentação exigida.

Entre outras reivindicações, a comissão pede que não haja permuta dos pontos dos camelôs. As alterações promovidas pela Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) estariam causando até mesmo indisposição entre os trabalhadores.

“Uma pessoa tem que sair de um lugar em que trabalha atualmente para entrar no lugar de outra. É conflitante. O ponto que eles te obrigam a escolher é o ponto de outro colega, que já está enraizado no local”, expõe Genaro.

Ele afirma que a comissão promoverá, na próxima segunda-feira, um ato em frente à Câmara Municipal. O objetivo é tentar pressionar os vereadores a rever a lei que regulamenta o trabalho informal em Bauru.

“A própria prefeitura reconhece que a lei precisa ser revista urgentemente. Por que não voltar a discutir essa questão?”, questiona Genaro.

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