Jacu passa direto em festa de nambus!... Vem pra cá! Mais zé... Eu, hein?! Macaco velho não pula em galho seco, Ché! Esse empréstimo de 30 bilhões de dólares do FMI para o Brasil, programado e previsto para 2003 (de deixar os outros 12 apóstolos sul-americanos com água na boca), soou como o canto do Irapuru que, na mata, quando se desata a cantar, o passaredo em derredor e nas proximidades se queda em silêncio a ouvi-lo. Eis pois o que acontece com aqueles que silenciam diante da bonança que vem depois da tempestade. Se algum dos presidenciáveis se manifestar contra o empréstimo, certamente não será nenhum dos quatro principais! Ninguém, nestas alturas, em que também nos preparamos para o hexa, vai querer colocar pedras no caminho, diante do tempo e dos ares que temos à frente. Eu, por exemplo (entre os que falam por último e apanham primeiro), proíbo-me de dar sequer um pio, e que se quede em paz o meu pio. Não me aventuraria nem mesmo em troca de um lugar no Paraíso, pelas seguintes razões: meter-me-ia num labirinto sem saída e, por outro lado, o Paraíso, pelo menos para mim, seria para ser nele o mesmo testa-de-ferro que fazem por exemplo de mim por aqui, para ingresso e permanência dos criminosos do colarinho branco no paraíso fiscal, destinados ao outro, tido em vista como seu prolongamento (sic?). (Abdnor Maluf - RG: 436.114)
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