Em 18 de julho passado, o MEC concluiu, em Curitiba, o Seminário sobre TV Escola, com vistas ao tele-ensino. Entretanto, na busca da consecução e formação – do fator mais importante – dos professores aptos para “trabalhar com as novas tecnologiasâ€, surgiram sérios obstáculos para se chegar aos “sistemas de educação à distância no Paísâ€. Em princípio, quanto aos cursos médios, bem como os superiores, os educadores teriam chegado à conclusão de que ainda “não dominam as novas tecnologiasâ€. O busílis, isto é, o problema, reside no fato de que, nos atuais cursos brasileiros – no ensino médio e até mesmo no superior – ainda não conseguimos formar educadores dotados de aptidão suficiente no domínio das tecnologias modernas.
Contudo, entre a globalização e a comunicação que o mundo vive, estamos recebendo (a cada dia) mais enxurradas de situações de desafios tecnológicos do que nos tempos idos. Sejam nos mais importantes processos de modernização ou em suas maiorias, transformando, por exemplo, dentre atividades humanas, em busca de menores e melhores formas; custa-nos aceitar tais novidades. Talvez não seja tanto pelas atividades econômico/culturais, quanto pelas difíceis oportunidades, não somente pela falta de aculturamento nas atividades do trabalho, como da necessária experiência à formação específico/escatológica dos tempos em que vivemos.
Para tanto, professores e alunos completam-se mutuamente. Ambos, com direito à liberdade de participação na Internet, e, a um sem número (em curto espaço de tempo), buscar conhecimentos de fatos históricos e culturais (antigos ou modernos), bem como ter à mão um vasto volume de informações mais recentes, além de servir-se de assuntos de escola, tanto informando-se quanto ilustrando-se. Exercem larga duplicidade de interesses, quando tendo às mãos o acesso à maravilhosa máquina denominada computador, servindo em inúmeras oportunidades a alunos na idade escolar, porém, que somente devem ser utilizadas quando exclusivamente para finalidade educacional.
Tem sido assim, que exemplarmente em escola (no vizinho Estado do Paraná), recém ocorrera importante atividade. Uma espécie de desafio, no intuito de se “habilitar os professores a trabalharem com os novos recursos†pedagógicos, não somente no “ensino médio quanto no superior, tal como ainda se formam professores como há séculosâ€. Procedimento que, particularmente para nós, que possuímos formação universitária – professor M.Sc. –, entendemos perfeitamente correto, dado que o bom ensino é constantemente modernizado. Atualmente, porém, entendemos tornar-se necessário (no caso das aulas moderna/disciplinares), sujeitas apenas às projeções visuais, que também aos professores militantes não basta apenas que se prendam somente no teor das respectivas projeções. Mas especialmente, porém, aos valores curriculares intrínseco em questão, e, sob obrigações analíticas dos textos mais importantes. As formações, contudo, de grupos de estudo distribuídas às discussões em mesas redondas (em classe), são oportunamente importantíssimo. Porém, desde que se cobre dos respectivos alunos os extratos e as descrições produzidas nos referidos grupos de estudos. - Fico por aqui. (O autor, José Almodova, é professor M.Sc. pela Unesp/Bauru. É jornalista e colaborador do JC. Escreve às quintas-feiras nessa coluna. E-mail: almodova @ig.com.br)