Polícia

Caminhão sem condutor arrasta carros

Rita de C. Cornélio
| Tempo de leitura: 2 min

Um caminhão sem condutor andou cerca de 100 metros, danificou dois carros e foi parar em uma árvore. O inusitado acidente assustou os moradores e por sorte não provocou vítimas.

O acidente aconteceu na quadra 4 da rua capitão Alcides, bairro Higienópolis, por volta das 9h15. O caminhão prancha, placas BTU-1843/Pederneiras, estava estacionado na quadra 3 da mesma rua, nos fundos de uma oficina.

Segundo o condutor do caminhão, Ciro Borgato, ele deixou o caminhão em funcionamento para assinar uma nota. “O caminhão estava trocando a válvula do freio e quando eu saí fui chamado para assinar a nota. Deixei o caminhão freado e fui assinar. Quando retornei, ele tinha andado sozinho.”

O condutor lembra que tudo foi muito rápido. O veículo saiu dos fundos da oficina, andou cerca de 70 metros, atravessou a rua Luiz Aleixo e atingiu a caminhonete, placas DAW-4401 de Bauru, que estava estacionada na quadra 4, lado direito da rua.

A camionhete bateu na traseira do Gol, placas CQK-9917 de Bauru que estava estacionado do mesmo lado, à sua frente. O caminhão atingiu a lateral esquerda da caminhonete e do Gol, arrastando-os. A caminhonete bateu no muro de uma casa e o Gol foi parar no meio da via.

A trajetória do caminhão prosseguiu por mais uns 30 metros. Subiu na calçada e bateu em uma árvore. Em todo o trajeto, o caminhão, por muita sorte, não atingiu pessoas.

Maria Aparecida Haddad, proprietária do Gol, disse que não sofreu ferimentos por segundos. “Eu tinha acabado de chegar na casa da minha irmã. Deixei o carro na frente do caminhão do meu cunhado e entrei. Após fechar a porta, ouvi o barulho e assustei.”

Ela e o cunhado sairam correndo para a rua e viram o caminhão, mas não sabiam que ele estava sem motorista. “Vimos o caminhão por trás e não percebemos que ele estava sozinho. Só depois que ele bateu na árvore é que fomos constatar que o veículo andava sozinho.”

Apesar da situação, a mulher comemorou o fato de o acidente não ter provocado vítimas. “Ainda bem que ninguém foi ferido. O caminhão poderia ter matado alguém na calçada, ou mesmo nos carros.”

O caminhoneiro Ciro Borgato confessou que levou um susto. “Eu fui assinar a nota e quando retornei para pegar o caminhão, ele já tinha batido na árvore. Levei um tremendo de um susto.”

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