Economia & Negócios

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Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 3 min

• Licitação

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulga na próxima segunda-feira edital de licitação para tentar, pela segunda vez neste ano, conceder autorizações para prestação de serviços de telefonia móvel nas bandas D e E. A entrega dos documentos de habilitação e propostas técnicas deverá ser feita no dia 15 de outubro e, a de propostas de preço, no dia 22 do mesmo mês. A abertura das propostas de preço ocorrerá ainda no dia 22 e a definição das empresas vencedoras no dia 29 de outubro, depois de analisadas todas as propostas.

• Disputa

Os serviços terão que começar a ser oferecidos em setembro de 2003, um ano após a assinatura dos contratos. Segundo o superintendente de Serviços Privados da Anatel, Jarbas Valente, quatro empresas já manifestaram intenção de participar da disputa. Na primeira licitação deste ano para a concessão do serviço, em março, não houve interessados.

• Redução

Para tentar atrair as empresas do setor, a agência reduziu em 30% os valores dos preços mínimos cobrados pelas subfaixas de freqüência. Ao contrário da última licitação, no entanto, os novos preços não incluem os custos de conexão com as empresas de telefonia fixa para a realização de chamadas interurbanas e internacionais. A Oi, subsidiária de telefonia móvel da holding Telemar, é atualmente a única empresa a operar na banda D o “Serviço Móvel Pessoal”, geração mais avançada de serviço celular.

• Radical

Os adeptos aos esportes radicais já podem ser segurados. A Seguradora Soma lançou um produto voltado para este público que alcança um mercado de 500 mil pessoas. O seguro é direcionado para profissionais de maior risco (instrutor de para-glides, por exemplo), cobrindo qualquer doença, menos aids e câncer. A indenização do seguro depende do perfil do segurado a ser descrito em um questionário. A indenização mínima é de R$ 100 mil por morte natural ou invalidez. Se a morte for acidental, o valor é o dobro.

• Prêmio

O prêmio a ser pago é obviamente mais alto que de um seguro normal, incidindo um adicional pelo agravamento do risco. O produto não tem carência e a idade mínima admitida é de 65 anos. O vice-presidente da Seguradora Soma, Antonio Paulo Meyer, disse que um instrutor de para-glider de 45 anos, sem problemas de saúde, em função do risco agravado, pagaria mensalmente um valor de R$ 285,00, enquanto que num seguro de vida convencional, sem considerar sua profissão, o custo seria de R$ 76,00 - diferença de 275%.

• Protestos

O volume de títulos protestados de pessoas físicas e jurídicas teve queda de 2,2% em julho de 2002, em comparação ao mesmo período de 2001, considerados os dias úteis, em todo território nacional. As informações foram divulgadas pela Serasa. Nos sete primeiros meses do ano, sem computar o estado de São Paulo, apresentou alta de 8,7%, frente ao mesmo período do ano anterior. Foram registrados 2,7 milhões de protestos no acumulado do ano.

• Recuo

O total de protestos de pessoas físicas e jurídicas registraram recuos de 2,1% e 2,4% em julho, respectivamente. De janeiro a julho, foram protestados 755 mil títulos de pessoa física, com evolução de 13,6% sobre o mesmo período de 2001. Os protestos de empresas cresceram 6,9%, totalizando 2 milhões de ocorrências.

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