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Melhoria Contínua


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A vida tem mostrado que é preciso tomar muito cuidado com o marketing, considerando que, geralmente, os marketeiros exageram e não são éticos.

Exemplo maior vem de onde o marketing foi criado, os Estados Unidos, que sempre foram ótimos em apresentar uma imagem positiva, mas que graças à mídia ativa e persistente percebe-se que não são tudo aquilo que demonstram ser. Basta ver as questões de fraudes contábeis, abusos ecológicos e constantes ingerências internacionais, que estão a tona.

No tocante às organizações empresariais também é necessário ficar muito atento. Recentemente, num vôo da TAM, que prima pela excelência em treinamentos para seus funcionários, me surpreendi quando perguntei à uma aeromoça como deveria proceder para retroceder o filme de vídeo individual de minha poltrona e ela disse não saber. Pelo visto o novo avião não tinha sido apresentado na totalidade para aquela funcionária. São muitas propagandas maravilhosas, mas infelizmente, não reais.

Mas, o que mais me preocupa nessa área são as propagandas subliminares, aquelas que são feitas em filme para serem percebidas apenas no subconsciente, com duração de apenas 0,003 segundo, mas que ficam gravadas na mente.

Esse tipo de propaganda também pode ser realizada através de sons. Batidas de coração como ruído de fundo, de forma imperceptível, ao ser misturada com a fala do candidato político, passa uma sensação de calma e segurança.

Segundo o publicitário Flávio de Alcântara Calazans, professor da Faculdade Cásper Líbere, em São Paulo esse expediente já foi utilizado por políticos brasileiros.

Detalhe importante: a propaganda subliminar é crime em países como Estados Unidos e França, mas aqui no Brasil não existe uma legislação específica.

Portanto, levando em conta que nos encontramos em vésperas de eleição, só existe uma forma eficaz de se imunizar contra esses perigos: não assistindo na TV as propagandas eleitorais. Não é verdade?

Pense nisso!

Sugestão de melhoria:

“Aprenda a dizer não para os trabalhos que vão contra seus princípios de ética.”

(Davison de Lucas - Diretor da M. Davison & Associados)

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