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Vítima de Parkinson não é cadastrada

Sabrina Magalhães
| Tempo de leitura: 1 min

O cadastramento de pessoas portadoras do Mal de Parkinson para receber medicamentos gratuitos do Sistema Único de Saúde (SUS) ainda não está sendo feito, ao contrário do que foi publicado em matéria veiculada na edição de ontem. A reportagem informava que os pacientes deveriam se cadastrar no Programa Municipal de Atendimento ao Idoso (Promai).

De acordo com a responsável pela assistência farmacêutica da DIR-10, Cecília Neves Campanelli Chedid, a portaria que determinou a distribuição gratuita dos remédios pelo SUS, publicada em 23 de julho, dá um prazo de 60 dias para que o Ministério da Saúde elabore um documento com as diretrizes e critérios detalhados para o cumprimento da norma.

Chedid explica que só a partir da divulgação deste documento é que a Secretaria de Estado de Saúde poderá iniciar as adaptações exigidas pela portaria e definir os locais onde serão feitos o cadastramento e atendimento dos pacientes.

Segundo informe do Ministério da Saúde, o objetivo desse cadastramento é ter um controle da distribuição dos remédios para evitar o desperdício, já que são produtos de alto custo. Por isso, o SUS deverá fazer uma lista com o número de pessoas atendidas pelo programa e o tipo de medicamento usado por cada uma. Desta forma, será estabelecida a quantidade de remédios que deverá ser adquirida para cada cidade ou região.

Por isso, a DIR-10 recomenda que os portadores da doença aguardem novas orientações, que devem ser anunciadas nos próximos meses. Ainda não há uma data definida para o início da distribuição dos remédios.

Na reportagem de ontem, foi citado o número antigo de telefone do Promai. O número atual é (14) 235-1358. O Promai fica na Praça Rodrigues de Abreu, 3-60, entrada pela rua 13 de Maio.

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