Tribuna do Leitor

O Rei do Gado


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Pra encher lingüiça...

Saudade dos Berdinazzis e dos Messengas, da novela o Rei do Gado, uma das melhores dos tempos que correm. No horário político: se os políticos fizerem 10% do que prometem, seremos do primeiro mundo, num tchan? Mesmo com a volta do roubo de gado (vacun e bovino). Nos rodeios (Barretos) o que vale é a habilidade do “piloto” e a esperteza do bicho que pula, seja cavalo ou touro indomável. Será que roubar gado dá renda maior que traficar drogas? Não deve dar, porque o risco do boi ou cavalo serem perigosos é mínimo. Mas tem que ser peão para caçar os animais nos pastos à noite, além do risco de um tiro ou ataque de cães adestrados. Serve isso para se analisar melhor a situação econômica do país “risco mil e tantos...” “prometo arame farpado e cercas resistentes prá você desta região. Eu tenho fazenda com mais de mil cabeças e nunca iria deixar os ladrões agirem creiam em mim: gado aqui, depois de eu eleito, não se roubará mais!” Um voto, por um boi no seguro. Valeria a troca? Tem o caso daquele ladrão que roubou três bois e deu azar: foi oferecê-lo ao dono que morava na cidade e pegou cana dura (sem direito a celular) e foi ser o rei drogado, na cadeia. A história é verídica “meu nome é Preditão e não sou ladrão. Votem em mim”. Para senador, aperte a tecla um e a dois. Desta vez dá Lula lá? História boba? Depois do que acontece no Rio e em São Paulo em matéria de violência, tudo vale até roubar gado e votar em branco ou em boi amarelo; e viva a risco dois mil. A seleção, horário político e nós do Bauru, emobras... (Danton Gamba)

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