Isento
Até a última quinta-feira, a Receita Federal recebeu 10,1 milhões de declarações de isento. O montante corresponde a 23,2% do universo potencial de declarantes, dos 43 milhões previstos. Mesmo assim, a quantidade de documentos já entregue é 40% maior do que no mesmo período do ano passado. A declaração poderá ser entregue até o dia 29 de novembro.
Entregas
Das 10 milhões de declarações recebidas, 5,7 milhões foram entregues nas lotéricas, sendo seguidas pela opção da Internet, com 4,1 milhões de declarações. Mais 214 mil declarações foram feitas nas agências do Banco do Brasil (BB) e pelo telefone 0300-78-0300. Os Correios já receberam 15 mil declarações de isento até o momento.
Imposto de Renda
A Receita Federal também disponibilizou em seu site ou por telefone a consulta do quarto lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2002, ano-base 2001. Serão liberadas 486.607 declarações com imposto a restituir, totalizando R$ 360 milhões.
Disponível
O dinheiro estará disponível para saque no próximo dia 16 e virá corrigido em 6,72%, referentes à variação da taxa Selic acumulada de maio a agosto e mais 1% de setembro. As informações estão no site da Receita Federal, www.receita.fazenda.gov.br, ou no telefone 0300-78-0300 (ReceitaFone).
Automotivo
Ao comentar a reestruturação tributária no setor automotivo nacional, o presidente da Associação Nacional de Veículos Automotores (Anfavea), Ricardo Carvalho, disse que a redução de 25% para 16% e 14% da alíquota do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) para carros a gasolina e a álcool, respectivamente, já resultou em migração de consumidores para adquirir carros médios, em detrimento dos chamados carros populares, em agosto.
Vendas
Carvalho revelou que, no mês passado, a participação das vendas de carros populares no total comercializado no País baixou de 75% para 64%, favorecendo a aquisição de carros médios. O presidente da Anfavea disse, ainda, que a entidade “está proibida†de mexer ou negociar preços com o governo.
Comércio
Segundo dados de uma pesquisa realizada pela Fecomércio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo), o nível de emprego no comércio varejista cresceu 4,06% em julho em relação a igual período do ano passado, e 2,89% na comparação com o mês anterior.
Emprego
No acumulado de janeiro a julho, a taxa de emprego no comércio varejista cresceu 1,48% e, em doze meses, 0,67%. Os técnicos da Fecomércio avaliam, no entanto, que o setor não apresentou um crescimento uniforme no nível de emprego.
Variação
As lojas de departamentos, por exemplo, estão com variação negativa de 2,11%, na comparação com julho do ano passado. Isso significa redução de 14,70% em 12 meses e queda de 4,39% no acumulado deste ano. No entanto, o setor registrou crescimento de 0,92% em relação ao mês anterior.