Uma moradora da avenida Getúlio Vargas que não quis se identificar conta que a avenida é palco de sexo, rock in roll e uso de drogas. “Não podemos sair de casa à noite. Eles fazem sexo, usam drogas e ainda ouvem som numa altura que não nos permite assistir televisãoâ€, relata ela.
A moradora conta que enfrenta dificuldade em entrar com veículos na sua garagem. “Estou com minha mãe doente. No domingo minha irmã chegou com ela e não podia entrar com o carro na garagem. Tinha uma moto sobre a calçada. Foi pedir para o dono retirá-la e foi ofendida moralmenteâ€, diz.
Ela afirma que os jovens, de vários pontos da cidade, tomam conta da Getúlio no sábado à tarde. “Eles chegam de todos os pontos da cidade. Estacionam o carro, ligam o som e abrem o isopor com bebidas. Ficam bebendo e sujando a avenidaâ€, reclama.
A vizinha da reclamante, que também não quis ser indentificada, diz que o que mais incomoda é o som. “Eu entendo que eles são jovens e precisam se divertir. Só acho que eles exageram. A sujeira que eles fazem eu limpo, mas o som torna a vida da gente insuportável. Não podemos descansar no domingoâ€, reclama.
Por conta do som, ela já pensa em mudar-se de casa. “Moro aqui há seis anos e estou construindo uma nova casa. Gosto daqui, mas vou mudar porque está insuportável. O som começa na terça-feira, depois das 23h, e prossegue durante todos os outros dias da semanaâ€, ressalta.
Ela conta que torce para chover. “Só nos dias de chuva é que os jovens não se concentram aqui. Os dias chuvosos são um sossego para a genteâ€, completa.
O comerciante Renato Fogolin Carvalho está reclamando do lixo e da água empoçada em frente a sua loja, no cruzamento das ruas Gustavo Maciel com Machado de Assis, Altos da Cidade. Segundo ele, o lixo exala mal cheiro e incomoda as pessoas que por ali transitam.
Ele alega que já pediu para a prefeitura fazer a limpeza e construir uma canaleta para escoamento da água, mas não foi atendido.