Política

Começam as articulações para o segundo turno

Gilmar Dias
| Tempo de leitura: 2 min

A movimentação visando o segundo turno das eleições à Presidência da República e ao governo do Estado já começou em Bauru.

As lideranças dos dois partidos que disputam os cargos - PT e PSDB - correm contra o tempo para articular o maior número de apoios possível.

A presidente licenciada da executiva municipal do PT, Estela Almagro, convenceu todos os candidatos a deputado estadual e federal que disputaram as eleições de domingo e fazem parte da Coligação Lula Presidente a manter seus comitês abertos.

Ela sugeriu, ainda, que os prédios sejam pintados exclusivamente com os nomes dos candidatos majoritários - Lula e José Genoíno, que disputa o governo do Estado.

Além de Bauru, a providência será adotada nos 64 municípios que compõem a macrorregião petista da região central do Estado. “Já agendamos um calendário de reuniões com as lideranças do PC do B para estruturarmos a campanha do segundo turno”, informa.

A petista explica que a intenção é deixar bem claro para a população o significado do “13 e do 45”, os números de Lula e José Serra (PSDB), respectivamente.

“Será uma luta desigual do ponto de vista econômico, mas a militância está preparada para isso”, avisa Almagro.

Reunião

O prefeito de Pederneiras, Rubens Cury (PSDB), coordenador da campanha do governador Geraldo Alckmin (PSDB) na região, participa de uma reunião hoje em São Paulo, na sede do diretório estadual do partido.

O encontro vai definir a estratégia de campanha de Alckmin para o segundo turno. “Felizmente, a nossa região proporcionou a maior média de votação de todo o Estado ao governador”, destaca.

Cury avalia que os tucanos vão ter que sair em busca dos votos que seriam destinados ao ex-candidato Paulo Maluf (PPB), que ficou em terceiro na corrida sucessória do primeiro turno.

“A campanha vai ser encorpada no segundo turno porque todos os candidatos que disputaram a Assembléia Legislativa e a Câmara dos Deputados estão liberados para trabalhar”, lembra.

O coordenador reconhece que o PT tem uma militância de peso. “Mas é preciso lembrar que o Geraldo Alckmin tem o apoio de 511 prefeitos de um total de 646 municípios do Estado de São Paulo”, destaca.

Comentários

Comentários