Economia & Negócios

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Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 3 min

• Crianças

O comércio de Bauru se preparou para atrair o consumidor às compras do Dia das Crianças com promoções, prazos de pagamento prolongados e atividades recreativas para a garotada, conforme o JC tem publicado, incluindo uma matéria na página 5 da edição de hoje. Nesse momento, algumas orientações fornecidas pela Fundação Procon-SP são importantes para quem vai comprar.

• Dicas

A primeira dica é definir o que irá comprar, dentro das condições financeiras, levando em conta o gosto, idade e limitações da criança. Feito isso, o ideal é sair para a tradicional pesquisa de preços, comparando as condições de pagamento oferecidas pelas lojas. O consumidor também deve ficar atento à embalagem do produto, na qual deve constar a identificação do fabricante e para qual faixa etária o brinquedo é destinado.

• Nota fiscal

Depois da escolha do presente, peça ao vendedor para abrir a embalagem, certificando-se de que o produto não está danificado e que a faixa etária dele é compatível à da criança a ser presenteada. Solicite, ainda, para fazer um teste. A Fundação Procon-SP também alerta para a necessidade de pedir nota fiscal, pois havendo algum problema com o produto, a garantia só terá validade juntamente com a mesma.

• Natal

Para colocar os lançamentos nas prateleiras no final do ano, fabricantes passaram a fazer negociações de preço com o varejo “de trás para a frente”. Em lugar de levar as tabelas de reajustes e conseguir taxas de aumento, alguns fabricantes já determinaram os preços dos lançamentos com base nos valores das mercadorias antigas. Também desistiram de fixar agora uma taxa de reajuste para os produtos que serão lançados no Natal.

• Duráveis

O valor atingido pelos itens negociados dessa forma possivelmente não será o esperado pela indústria de bens duráveis, que chegou a apresentar tabelas de aumento de preços de até 30% após a disparada do dólar. Mas os fabricantes não pretendem abrir mão de aumentos em cima dos lançamentos. Normalmente, as conversas para a venda desses itens ocorre no início de outubro.

• Discórdia

Isso porque nesse período começa uma nova rodada de negociações para os pedidos do ano. Mas o que incomoda os fabricantes - e não convence o varejo - é que, mesmo trabalhando dessa forma (procurando definir valores sem uma tabela na mão), fica difícil colocar lançamentos nas prateleiras sem um preço novo. Os fabricantes discordam e dizem que as mercadorias lançadas tendem a ter parcela elevada de insumos importados.

• Energia

O presidente Fernando Henrique Cardoso determinou ontem, por meio de decreto, a separação dos contratos de distribuição (conexão ou uso dos sistemas de transmissão) e de compra de energia para os grandes consumidores, ligados em alta tensão (grupo A). Com a medida, o governo espera dar maior transparência aos custos de cada etapa do serviço de fornecimento de energia e estimular a competição entre as geradoras.

• Decreto

De acordo com o decreto presidencial, os consumidores com demanda contratada superior a 3 MW (megawatts) terão seus contratos separados em 1 de julho de 2003; superior a 1 MW, serão separados em julho de 2004 e, os demais, em 2005, seguindo regulamentação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) que deverá ser publicada até 30 de novembro deste ano.

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