Política

Alckmin firma gestão para hospital

Gilmar Dias
| Tempo de leitura: 2 min

O governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), assina hoje, às 10h, o contrato de gestão para o Hospital Estadual de Bauru com a Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Botucatu. A cerimônia será realizada nas instalações da unidade hospitalar, localizada ao lado do núcleo habitacional Ernesto Geisel.

O secretário de Estado da Saúde, José Guedes, e o deputado estadual Pedro Tobias (PSDB) vão acompanhar Alckmin durante a visita. O governador desembarca na cidade na condição de chefe do Executivo estadual.

Portanto, ele não participará de nenhuma atividade de campanha visando a sua reeleição ao Palácio dos Bandeirantes, no próximo dia 27.

Segundo Tobias, o governador - que também é médico - vem a Bauru para uma inspeção no novo hospital construído pelo Estado. “Antes de anunciar a data de inauguração, ele (Alckmin) quer saber como está o hospital”, explica.

Além de Guedes e do deputado estadual, Alckmin vai conhecer as instalações da unidade acompanhado do diretor da Divisão Regional de Saúde (DIR-10) de Bauru, Affonso Viviani Jr.

O hospital - cujas obras civis já estão concluídas - está recebendo os equipamentos para exames, como um tomógrafo computadorizado, avaliado em cerca de R$ 1 milhão.

Antes da cerimônia de assinatura do contrato de gestão com a Unesp de Botucatu, o secretário de Estado da Saúde vai se reunir, a partir das 9h, com os 38 prefeitos dos municípios subordinados à área de abrangência da DIR-10.

Guedes vai explicar a dinâmica de atendimento e operação do Hospital Estadual, dedicado exclusivamente aos usuários do Sistema Unificado de Saúde (SUS).

Equipado com 385 leitos - 35 dos quais destinados à Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) -, o novo hospital vai oferecer ao usuário do SUS 21 especialidades médicas, que deverão render a emissão de 19 mil consultas por mês.

Funcionários

A estimativa da Secretaria de Estado da Saúde é de que serão necessários cerca de 1,4 mil funcionários para tocar o hospital. Ainda não há previsão para o início das contratações.

Os servidores vão ser responsáveis pelo funcionamento de 12 salas cirúrgicas, 26 leitos da unidade coronariana e 12 leitos para tratamento de queimados.

O custo de manutenção anual da unidade vai girar em torno de R$ 48 milhões, uma média mensal de R$ 4 milhões.

O terreno no qual foi instalado o hospital - próximo ao câmpus da Unesp - tem 63 mil metros quadrados de área. Só de construção, são 25 mil metros quadrados.

Segundo cálculos da Secretaria de Estado da Saúde, a nova unidade vai atender a uma região cuja população é estimada em cerca de 1 milhão de pessoas.

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