Atuando no ramo de alimentação há cinco anos, José Fernando Monteiro Benjamin, 38 anos, e sua esposa Alice não imaginavam que em tão pouco tempo estariam dirigindo uma fábrica de massas e uma unidade franqueada. No início das atividades, a fábrica tinha uma produção mensal em torno de 500 kg. Atualmente, são cerca de dez toneladas/mês.
“Nós começamos trabalhando com a comercialização de massas vindas de São Paulo. Dois anos depois, eu senti a necessidade de ampliar os negócios para atender à demanda e aumentar a qualidade dos produtos. Os primeiros três meses foram dificílimos, porque não tínhamos experiência com fabricaçãoâ€, conta Benjamin.
Há cerca de três anos atrás, a fábrica estava em atividades e, seis meses depois, a primeira franquia foi inaugurada. Atualmente, o empresário tem representantes no Interior de São Paulo e em outros estados do País e pretende expandir as franquias. Somente na fábrica, que utiliza máquinas italianas de altíssima qualidade, são mantidos 20 empregos diretos.
Além das massas frescas e congeladas - somando mais de 300 pratos -, a empresa também fabrica uma linha de sobremesas com tortas de frutas.
O empresário Adilson Manzano, 52 anos, fabrica equipamentos para extração de óleos vegetais a partir de sementes especiais. Ele trabalha há cerca de 30 anos nesse ramo, mas há 14 anos decidiu investir em um negócio próprio. Começou fabricando máquinas pequenas, com capacidade de 40 quilos por hora e 100 quilos por hora e, atualmente, sua produção inclui equipamentos com capacidade de extrair até 1.000 quilos por hora.
“Esses óleos são utilizados, em sua maioria, para a elaboração de cosméticos e de produtos farmacológicos. Eu faço equipamentos para extração de óleo de sementes existentes na região amazônica, como andiroba, cupuaçu e muru-muru, além de girassol, café verde, entre várias outrasâ€, diz o empresário.
Quando decidiu partir para a “carreira soloâ€, Manzano identificou um mercado que era pouco explorado nessa área: o de pequenos produtores que trabalhavam com sementes especiais. A partir daí, o crescimento não parou mais. Naquela época esse mercado era dominado por produtores de grande porte.
Atualmente, Manzano possui tantos clientes que, constantemente, ele recebe em sua fábrica índios de regiões da Amazônia e de outras localidades para fazer treinamentos nas máquinas produzidas por ele e que são utilizadas nessas regiões.
Suas máquinas estão em diversos estados das regiões Norte e Nordeste do País, como Acre, Rondônia, Pará, Amapá, entre outros, além de São Paulo e Rio Grande do Sul. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) também é cliente de Manzano.