Economia & Negócios

Economia & Negócios

Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 3 min

• Arrecadação

A arrecadação de tributos administrados pela Delegacia da Receita Federal (DRF) em Bauru no mês de setembro deste ano somou R$ 47,125 milhões. A preços correntes, esse montante é 1,05% maior do que o obtido em igual período do ano passado, quando a arrecadação atingiu a marca de R$ 44,649 milhões.

• Milhões

No ano de 2002, a DRF acumula R$ 408,672 milhões, o que significa crescimento de 1,02% sobre o mesmo período de 2001, quando foram arrecadados R$ 399,313 milhões de janeiro a setembro. As informações são do titular da Delegacia da Receita Federal em Bauru, Celso Gomes Pegoraro.

• Comércio

De acordo com Pegoraro, os setores que mais contribuíram para o aumento da arrecadação da DRF em setembro foram o de fabricação de produtos alimentícios e bebidas; comércio varejista e reparação de objetos pessoais domésticos; comércio por atacado e intermediários do comércio; comércio e reparação de veículos automotores e moto, e o de saúde e serviços sociais.

• Confiança

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), calculado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), se manteve praticamente estável em outubro e ainda está abaixo da linha que indica percepção otimista em relação à economia do País. O resultado do Icei em setembro foi de 49,5 pontos, um acima do registrado em julho. A linha que separa avaliações otimistas das pessimistas é a dos 50 pontos.

• Diferença

Entretanto, o pessimismo em relação à economia brasileira não é compatível com a constatação de melhora na situação da empresa. Nesse caso, o indicador aumentou de 43,2 para 46,6 pontos. A diferença de 17,7 pontos entre o indicador da economia e o indicador da empresa é a maior registrada desde o início da série, em 1998. Isso reforçaria o caráter macroeconômico da crise atual, segundo o relatório da CNI.

• Pesquisa

Uma pesquisa coordenada pelo professor Alberto Luiz Albertin e a pesquisadora Rosa Maria de Moura, ambos da Fundação Getúlio Vargas, com os CEOs (Chief Executive Officer) presentes no Business Forum, mostra que eles têm visões e posições diferentes às dos CIOs (Chief Information Officer) sobre assuntos relacionados à tecnologia da informação. Segundo o professor, o questionário aplicado nos dois casos pode indicar um problema de comunicação entre as partes.

• Produtividade

Para os CEOs que participaram da pesquisa, 52% consideram a produtividade o principal benefício oferecido pelo uso da informação na sua empresa. Esse resultado superou em quatro pontos percentuais o que pensam os CIOs. No entanto, 15% dos CIOs disseram que a qualidade é o principal benefício, contra apenas 3% dos CEOs.

• Consumo

Nesta terça-feira, em São Paulo, será realizado o seminário “As Novas Relações de Consumo no Século XXI”, que terá palestra do professor Ervin Laszlo, fundador e presidente do Clube de Budapeste. Também participarão Gilberto Dupas (presidente do Instituto de Estudos Econômicos e Internacionais), Carlos Alberto Emediato (doutor em Política de Educação e consultor de Análise e em políticas públicas) e Hélio Mattar (fundador do Instituto Ethos e diretor presidente do Instituto Akatu Pelo Consumo Consciente).

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