Economia & Negócios

Economia & Negócios

Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 3 min

• Dúvida

Casa própria ou alugada? Essa dúvida atormenta muitas pessoas. Contudo, a resposta não é objetiva, segue sempre na linha do “depende”. Mas essa subjetividade tem uma razão. Atualmente, a locação de qualquer imóvel está bastante acessível, a ponto das pessoas acreditarem que o dinheiro do aluguel é um desperdício, uma despesa sem retorno.

• Aluguel

Embora o aluguel seja uma opção racional e que acaba proporcionando a liberdade de mobilidade, ele representa um conflito para as origens culturais brasileiras, que são calcadas no conceito latino de propriedade e posse. Isso explica a razão do aluguel ser considerado pela maioria como transitório, uma situação intermediária à aquisição definitiva de um bem.

• Vantagens

Mesmo para quem pensa assim, essa transitoriedade deve ser aproveitada de maneira a obter vantagens. Outro dado importante que deve ser levado em conta nessa situação é o conceito de mobilidade, já praticado por empresas multinacionais, mas que começa a fazer parte das características desejadas de um profissional. Isso porque a atual forma de concentração urbana do País tende a mudar.

• Tendência

A tendência a médio e longo prazos é a de que o Brasil passe a viver esse processo de descentralização. Caso isso aconteça, o aluguel pode ser uma vantagem competitiva para quem tenha essa mobilidade. Mas como recomendação final de especialistas no assunto, o melhor é fazer uma reflexão e concluir individualmente e com toda a família.

• Rural

Termina no próximo dia 31 o prazo para repactuação de dívida para produtores rurais. A repactuação foi criada pela Lei 10.437, de 25 de abril deste ano, e permite que o produtor renegocie sua securitização com os bancos, obtendo maior prazo para a quitação dos débitos. De acordo com a lei, podem se beneficiar da medida todos os produtores que se habilitaram até 29 de junho deste ano. Ou seja, aqueles que, naquela data, estavam em dia com o pagamento das prestações da securitização.

• Dinheiro

Você sabe com o que a sua empresa está gastando dinheiro? Se a pergunta parece óbvia, a resposta não é tão simples assim, pelo menos para 86% das micro e pequenas empresas paulistas. É o que revela uma pesquisa elaborada pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) de São Paulo, segundo a qual a maioria das empresas de menor porte possui dificuldades em identificar a composição dos custos de seu principal produto.

• Sobrevivência

Entre as consequências mais agravantes está a diminuição das chances de sobrevivência ao disputar mercados competitivos. As dúvidas se concentram na estrutura trabalhista e nos estoques: 38% das 450 empresas pesquisadas dizem desconhecer o valor da hora trabalhada pelos empregados, e 33%, desconhecem o valor dos estoques.

• Interessante

O mercado de personalização, embora novo no Brasil, começa a mostrar-se como tendência. Nesta semana começa a funcionar a Happy Town, empresa que lança no País uma linha de bichos de pelúcia e acessórios personalizáveis. Esse nicho chama a atenção do cliente por oferecer a opção de criar um produto ao seu gosto: incluir um acessório, gravar a própria voz, bordar um nome, colocar lenços, cachecóis e adicionar fragrâncias a produtos, entre outros itens.

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