Economia & Negócios

Setor infantil e lojas que só alugam também comemoram

Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 1 min

O comerciante Odair Secco Cristóvão também não tem do que reclamar. Atuando no ramo de confecções infantis e infanto-juvenis, nesta época do ano o serviço da loja aumenta bastante com as formaturas de escola. A empresa dele não trabalha com aluguel, somente com venda de roupas, para meninos e meninas.

“No segmento infantil, não existem muitas lojas que vendem roupas finas. Então, principalmente no final do ano nosso movimento aumenta bastante. Em média, nos meses de novembro e dezembro o volume de comercialização é 20% superior em relação aos demais meses do ano”, brinda Cristóvão.

Em uma loja que trabalha somente com aluguel de trajes, para noivas, homens e mulheres em geral, a empresária Célia Aparecida Lopes Serrano diz que o movimento sempre é maior nessa época, bem como vem registrando crescimento a cada ano que passa.

“Entre homens e mulheres, o público feminino aluga trajes com uma freqüência bem maior. Mas também tem aumentado bastante a quantidade de aluguéis para homens e para crianças”, diz Célia.

Segundo ela, os meses de dezembro e janeiro são os mais movimentados. Para este final de ano, a principal demanda tem sido para casamentos e formaturas.

Comentários

Comentários