Economia & Negócios

Economia & Negócios

Patrícia Zamboni
| Tempo de leitura: 3 min

• Pão de Açúcar

O Grupo Pão de Açúcar já marcou para o próximo dia 10 a reinauguração das seis lojas que passou a administrar em Bauru desde que comprou a rede de supermercados Sé, há cerca de cinco meses. São elas: Estoril, Cruzeiro do Sul, Vila Seabra, Bela Vista, Vila Souto e a da rua Araújo Leite. As outras três unidades que pertenciam ao Sé - do Geisel, Santa Luzia e Higienópolis - foram desativadas pelo Pão de Açúcar.

• Modernização

De acordo com a assessoria de imprensa do grupo, neste domingo, dia 8, as seis unidades serão fechadas para reabrir no dia 10 - data da inauguração oficial sob o comando da rede. Todas as lojas estão passando por um processo de modernização e adequação aos padrões visual e de atendimento do grupo Pão de Açúcar. Algumas, como a da rua Araújo Leite, estão sendo totalmente reformadas, e terão mudanças inclusive no mix de produtos oferecidos ao público.

• Cade

No último dia 4, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) autorizou a Companhia Brasileira de Distribuição (CBD) realizar a substituição da bandeira Sé por outras bandeiras da CBD, controladora do grupo Pão de Açúcar. A manutenção da bandeira Sé estava prevista no Acordo de Reversibilidade da Operação, assinado pela CBD e o Cade, estabelecendo restrições na gerência do Pão de Açúcar sobre a rede de supermercados Sé até o julgamento final.

• Alienação

Em sua decisão, o Cade determinou que seja realizada uma oferta pública em, no máximo, 30 dias, para a alienação da marca Sé. A CBD havia informado ao conselho que, devido às dificuldades financeiras durante a gestão do grupo Jerônimo Martins (controlador da rede Sé), a rede aumentou em 10% os preços em relação à média do mercado entre janeiro e julho deste ano. Em função disso, a recuperação da imagem junto ao consumidor seria mais difícil do que aproveitar os noms fortes do Pão de Açúcar.

• Prazo

O prazo para a entrega anual da declaração de isento de 2002 foi encerrado na sexta-feira passada. Quem deixou de entregar corre o risco de ter o Cadastro de Pessoa Física (CPF) cancelado. Cerca de 13 milhões de pessoas estão nessa condição. São os contribuintes que deixaram de entregar a declaração no ano passado e tiveram o CPF incluído no cadastro de “pendentes”. Pelas regras da Receita Federal, quem ficar dois anos consecutivos sem declarar tem o CPF cancelado.

• Regularização

Os isentos que perderam o prazo de regularização do CPF ainda terão uma segunda chance para manter o documento em dia. Depois do final do calendário de entrega da declaração de isento, o contribuinte poderá regularizar seu CPF nas agências dos Correios, da Caixa Econômica Federal (CEF) ou do Banco do Brasil (BB), mediante pagamento de uma taxa de R$ 4,50.

• Obrigação

No ano passado, cerca de 10 milhões de pessoas tiveram o CPF cancelado por não entregar a declaração de renda ou de isento de 2000 e 2001. São obrigados a entregar a declaração de isento todos os portadores de CPF, inclusive os menores de idade, que ficaram livres da entrega da declaração de renda por ganharem até R$ 10.800,00 no ano de 2001.

• Digital

A Caixa Econômica Federal (CEF) é a primeira instituição financeira do País a oferecer aos clientes a certificação digital, que garantirá validade jurídica a documentos eletrônicos e maior segurança às transações bancárias. A emissão dos certificados digitais já começa neste mês. O serviço faz parte do projeto Portal de Serviços e Informações de Governo (E-Gov), site da administração pública federal.

Comentários

Comentários