Tribuna do Leitor

Auxílio ao próximo


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Esta coluna, tão bem idealizada pelo prestimoso Jornal da Cidade, além de democrática, permite a nós leitores desabafarmos toda nossa contrariedade, através de suas linhas. Li a crítica do sr. Argemiro, sobre a prática da entrega de envelopes com pedidos de Natal, e li também as críticas das quais ele foi alvo por parte dos leitores Antonio Carlos Jacinto e Osnilda Ferreira de Souza. Primeiro gostaria de dizer que concordo plenamente com o sr. Argemiro. Entendo que ninguém deva ficar pedindo em benefício próprio na porta dos outros.

Segundo quero dizer que conheci esse senhor quando ele trabalhava em uma agência bancária no Ceagesp-Bauru, e embora tenha certeza de que ele não se lembre de mim, sou obrigada a escrever que podemos não nos lembrarmos das pessoas, mas de seus atos e suas obras jamais nos esquecemos. Sou testemunha dos atos de filantropia que ele praticou durante o tempo em que lá trabalhou, quando nos dirigíamos a ele e pedíamos que nos ajudasse com cestas básicas, verduras, e até mesmo recursos em dinheiro, para que atendêssemos as entidades carentes, daquela região, no que sempre solicitamente nos atendeu. Sei ainda que hoje ele preside uma entidade com fins filantrópicos na quadra 17 da rua Julio Maringoni, e sei também o quanto essa entidade ajuda toda a sorte de obras sociais que ali o procuram. Portanto, entendi perfeitamente seu raciocínio quanto aos envelopes, no sentido de ajudarmos aqueles que realmente precisam de ajuda, e não aqueles que se valem de uma profissão já remunerada para levar outras vantagens. (Carmem Ligia Varaschim - RG. 5.971.057)

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