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• Aprovado

A informação ainda é extra-oficial, mas o suficiente para a diretoria da Cohab começar a comemorar. O Tesouro Nacional aprovou o acordo proposto pela companhia à Caixa Econômica Ferderal (CEF). Isso significará a sobrevivência da empresa e uma diminuição de R$ 800 mil no repasse mensal da companhia à CEF. Oficialmente, a Cohab será comunicada na próxima semana.

• Méritos

É preciso lembrar que o atual presidente da empresa, Constante Mogioni, soube reconhecer as dificuldades e abriu a companhia para receber as propostas visando sanar o problema financeiro. Uma comissão mista da Câmara Municipal, presidida pelo vereador João Parreira de Miranda (PSDB), teve papel fundamental no desfecho da situação. Méritos para os dois.

• Em Brasília

O prefeito Nilson Costa (PPS) passou o dia ontem em Brasília. Foi assinar convênio com a Fundação Nacional da Saúde (Funasa), destinado a promover benfeitorias em sanitários do Jardim Tangarás. Nilson aproveitou a viagem para reforçar o pedido de verba perdida para a conclusão do viaduto do Centro da cidade.

• “Pela culatra”

A proposta do presidente da Câmara, Walter Costa (PPS), de exonerar os 42 assessores parlamentares da Casa - para regularizar a situação com os gastos de pessoal - pode ser um tiro pela culatra. Alguns vereadores avaliam que o gasto com a dispensa pode custar muito mais do que Walter imagina. E com isso, aumentar ainda mais o desequilíbrio com a folha.

• Exemplo 1

A Câmara Municipal de Bauru, mesmo com todas as denúncias de irregularidades, serve de exemplo para o País quando o assunto é reajuste de subsídios dos vereadores. Era de se esperar que, com o aumento dos vencimentos dos deputados federais e, por tabela, dos parlamentares estaduais, o efeito cascata chegasse a Bauru. Mas não vai.

• Exemplo 2

Não vai porque o subsídio dos vereadores bauruenses não está vinculado com o do deputado estadual, conforme determina a Constituição Federal. O valor é fixo e válido por quatro anos, tempo da legislatura. O Poder Legislativo só pode votar reajuste de subsídio para o mandato seguinte.

• Exemplo 3

E também não é demérito nenhum para a nossa Câmara passar por um processo de depuração, que tem revelado suas entranhas negativas. Isso mostra que há pessoas sérias e preocupadas com o bem-estar da comunidade. De certa forma, a cidade dá o exemplo de que irregularidades e falcatruas não têm espaço na nossa sociedade.

• Prazo final

O promotor eleitoral de Bauru, Paulo Foganholi, está mesmo disposto a acionar judicialmente os dirigentes dos partidos caso as placas e cartazes dos candidatos que disputaram as eleições de outubro não sejam retirados das ruas e avenidas da cidade. O prazo final é 31 de janeiro. “Nenhum dia a mais”, avisa Foganholi.

• Soldado

O vereador Leandro dos Santos (PPS) não diz nem sim nem não sobre a possibilidade de assumir a vaga de Osvaldo Paquito (PPS) na CEI das compras. “Sou um ‘soldado’ do PPS”, resume. Mas, se depender dele, quem assumirá mesmo a vaga de Paquito é o líder do PPS na Câmara, Edmundo Albuquerque. “Ele tem mais experiência...”.

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