Os economistas são rotulados como exageradamente “racionaisâ€. Por se valer da abstração para analisar as variáveis econômicas, invariavelmente os Economistas se apresentam como pessoas de um linguajar muito técnico.
Mas felizmente não é isso que se constata na categoria. Nós economistas sofremos as mesmas angústias, o mesmo aperto financeiro, as mesmas dúvidas e incertezas que o grosso da população sente, ou seja, somos também pobres mortais.
Neste ambiente de Natal o sentimento está à flor da pele. Emoção com as conquistas dos filhos, do avanço profissional. Emoção renovada pela esperança de anos melhores com um novo governo.
Fundamentalmente é o momento de reflexão. O aniversariante, Cristo, sem dúvida alguma se faz presente e acima de tudo garante o equilíbrio necessário à sobrevivência no dia-a-dia. Sem a fé, sem a religião, sem um Deus presente, a vida fica sem tempero, sem sentido.
É por esse e por tantos outros aspectos que a melhor previsão econômica: é Natal!
Não o Natal do consumismo, da análise do quanto esse ou aquele setor ganhou, mas o Natal da fraternidade, da paz, da convivência familiar, do repartir, da solidariedade e acima tudo, da felicidade!
Tenha um grande e Santo Natal hoje e sempre!
Com muita emoção, inclusive (e principalmente) de nós economistas. (O autor, Reinaldo Cafeo, é delegado do Corecon, economista e mestre em comunicação - e-mail: cafeo@neobiz.com.br)