Bairros

Altos tem novo corredor comercial

Da Redação
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A partir de agora, a rua Rio Branco, no trecho entre as quadras 24 e 31, é corredor comercial. Apesar da classificação ser recente, já haviam estabelecimentos comerciais na rua, ao lado de imóveis residenciais.

A classificação de corredor comercial foi publicada na edição de quarta-feira do Diário Oficial do Município. A secretária Municipal do Planejamento (Seplan), Maria Helena Regitano, afirma que corredores de trânsito, como o da Rio Branco, têm tendência de se tornar em área comercial.

Esta tendência já se confirma na rua Virgilio Malta, diz Maria Helena. A auxiliar administravo Nair de Oliveira Manzano, moradora há 11 anos da quadra 26 da rua Rio Branco, diz que quando comprou o terreno de sua casa garantiram que na região não seriam permitidos prédios comercias.

Porém, há cerca de três anos lojas começaram a ser abertas na quadra, o que ela avalia como normal. “Afinal a rua é muito movimentada. Pretendo continuar morando aqui. Por enquanto o comércio não trouxe nenhum problema, mas temo pela segurança do local. Porém, até agora, está tranqüilo”, revela.

Maria Helena diz que o ideal é que exista um equilíbrio entre o número de lojas e de casas. Para ela, não é interessante a cidade possuir regiões com predominância absoluta de prédios comerciais, como a área central. “Casas e lojas mantêm o local movimentado durante todo o dia. Áreas como o Centro da cidade ficam desertas depois das 18h”, lembra.

O lojista Antonio Quinzan é morador da quadra 29 da Rio Branco e também possui uma loja na mesma quadra. Para ele, a regulamentação da área é muito positiva, pois a rua já possui um grande número de prédios comerciais, além de outros em construção. “A rua tem um perfil comercial. É ligação com a avenida Nossa Senhora de Fátima e tem ótima iluminação”, garante.

Maria Helena acredita que outros locais da cidade seguirão esta tendência. Segundo ela, não é possível parar este crescimento que pode ser positivo para o município desde que bem planejado. “Deve existir uma legislação que estabeleça os locais propícios para comércio. Preservar áreas residenciais é importante”, frisa.

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