Polícia

Passagem para 2003 registra duas tentativas de homicídio

Gabriel Garcia
| Tempo de leitura: 2 min

A madrugada da virada de ano em Bauru registrou duas tentativas de homicídio, ambas de autoria ainda desconhecida. A primeira, por volta 2h30 de ontem, ocorreu na saída de um baile na quadra 20 da avenida Castelo Branco, na Vila Independência.

De acordo com o Boletim de Ocorrência (BO), o pedreiro Gildázio Bispo da Costa, 26 anos, estava no Bailão Genial, quando se envolveu em uma briga por motivos ainda não esclarecidos. Na saída do baile, um homem magro, branco e de estatura mediana abordou Costa e disparou duas vezes contra ele e fugiu. Os tiros atingiram o braço do pedreiro, que foi levado ao Pronto Socorro Municipal (PSM).

Mais tarde, às 4h40, a Polícia Militar (PM) foi chamada para atender um ferido a bala na quadra 3 da rua Galvão de Castro, na Vila Cardia. No local, os policiais encontraram o ajudante geral José Roberto Augusto da Silva, 41 anos, com um tiro na cabeça.

Segundo informações do BO, Silva estava próximo à sua casa quando uma pessoa não identificada, possivelmente dentro de um veículo Chevette, se aproximou e atirou. A vítima foi levada ao PSM.

Getúlio

O Réveillon na avenida Getúlio Vargas, tradicional ponto de encontro dos jovens bauruenses, transcorreu sem problemas graves. De acordo com o capitão Benedito Roberto Meira, comandante da 1ª Companhia da PM, o forte policiamento e a interdição de algumas quadras da avenida preveniram ocorrências mais sérias. “O segredo lá é a interdição da via, então deu tudo certo”, ressalta.

Foram registradas poucas brigas e atos de vandalismo, mas as que aconteceram, segundo Meira, foram causadas pelo consumo abusivo de bebidas alcoólicas. “Foram só algumas brigas, mas tudo coisa fácil de resolver. Havia muitos garotos embriagados, um absurdo: passando mal, indo para o PS”, diz.

Para o capitão, a disponibilização de banheiros públicos é uma necessidade da avenida Getúlio Vargas, principalmente em datas festivas como a de ontem. “Uma coisa que a gente percebe, que não sei como pode ser resolvida, é a ausência de sanitários. As pessoas acabam usando as portas das lojas, os canteiros das vias. Os comerciantes acabam reclamando, e com razão”, afirma.

Mesmo com as comemorações na avenida madrugada adentro, por volta das 11h de ontem os funcionários da prefeitura já haviam encerrado a limpeza das calçadas e ruas, restando no chão apenas resquícios das garrafas de bebida.

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