Bairros

Vila Santa Clara precisa de recape asfáltico nas ruas

Rose Araujo
| Tempo de leitura: 2 min

Pelo estilo de construção das casas, é possível observar que a Vila Santa Clara e a Vila Nova Santa Clara são dois dos bairros mais antigos de Bauru. Localizados entre a região central e a zona sul, eles têm um grande movimento em suas ruas diariamente.

O problema é que há cinco anos as ruas não recebem um recape asfáltico. “O resultado disso são vias esburacadas e muita dificuldade de circulação para os motoristas que utilizam as ruas para ir ao Centro da cidade”, salienta Maury Campos Brito, presidente da Associação de Moradores da Vila Santa Clara, Nova Santa Clara e Jardim Estoril 3.

Ele salienta que as vias costumam ter um trânsito intenso e que a fina camada de asfalto que foi feita no local não dá conta de suportar todo esse volume de veículos. “A rua Floriano Peixoto, por exemplo, precisa ser recapeada em toda a sua extensão”, diz.

Ele conta que mora há 45 anos no bairro e que há 15 está ligado à associação de moradores. Durante todo esse período, pouca coisa foi feita pelo local. â€œÉ muito difícil conquistar benefícios para os bairros. As dificuldades são imensas e não há boa vontade nas esferas públicas”, frisa.

Ele diz que é preciso haver mais entrosamente entre o município e o Estado em prol de melhorias para a cidade de modo geral. “Dependendo do ângulo que você olha, Bauru parece uma vila e não uma cidade de médio porte”, enfatiza.

Ele destaca que falta planejamento para realizar obras e promover o desenvolvimento da cidade. “Entre o Jardim Estoril e o Centro da cidade, o trânsito é truncado. É preciso fazer um prolongamento da rua Sorocabana para abrir espaço para a circulação de veículos”, diz Brito.

Ele ressalta que muitos moradores se empenham para deixar o bairro melhor. Como exemplo, o presidente da associação de moradores cita o aposentado Arthur Monteiro de Carvalho Netto, que adquiriu uma pedra de três toneladas e um perfil de 19 quilos para implantar em uma praça do Jardim Estoril 3. A idéia é homenagear o seu pai, um dos grandes jornalistas do início do século 20, Álvaro Monteiro de Carvalho.

No entanto, apesar do empenho do aposentado, a praça continua tomada pelo mato e sem nenhum sinal de área de lazer.

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